12 de dez de 2015

Lembranças


Elvis - Always On My Mind

Maybe I didn't treat you
Quite as good as I should
Maybe I didn't love you
Quite as often as I could
Little things I should have said and done
I never took the time

You were always on my mind
You were always on my mind

Maybe I didn't hold you
All those lonely, lonely times
And I guess I never told you
I'm so happy that you're mine
If I make you feel second best
I'm so sorry I was blind

You were always on my mind
You were always on my mind

Tell me, tell me that your sweet love hasn't died
Give me, one more chance to keep you satisfied, satisfied

Little things I should have said and done
I just never took the time
You were always on my mind
You are always on my mind

Tell me, tell me that your sweet love hasn't died
Give me, one more chance to keep you satisfied

You were always on my mind
You were always on my mind
You were always on my mind
You were always on my mind
You were always on my mind
You were always on my mind

Maybe I didn't treat you
Quite as good as I should
Maybe I didn't love you
Quite as often as I could
Maybe I didn't hold you
All those lonely, lonely times
And I guess I never told you
I'm so happy that you're mine

1 de dez de 2015

Direito dos Deficientes e novo clipe do Coldplay


A alegria da semana foi saber que a campanha contra o direito dos deficientes era realmente um plano de publicidade. Segui o link, na esperança que seria uma campanha usando psicologia reversa ou algo assim, para chamar a atenção e, no fim, sensibilizar as pessoas (um pouco como esta campanha contra o racismo). Assim que vi, não pode deixar de pensar na semelhança com o logo do Ubuntu.



Na página, depois do "sucesso" da campanha, a produção revelou a pegadinha, com o seguinte texto:
Nós sabemos que vocês ficaram chocados com as revindicações feitas pelo movimento.
E esse choque, é o nosso alívio.
O desrespeito que aconteceu na internet durou só um dia, mas as pessoas com deficiência enfrentam essa afronta todos os dias.
Esperamos que cada um que se revoltou, na internet, seja uma VOZ REAL na luta pelos nossos direitos. Que não se calem ao ver uma pessoa com deficiência sendo desrespeitada ou discriminada.
Denunciem! Não se revoltem somente nas redes sociais.
Uma excelente notícia. E pensar que deve ter realmente gente que pensa como a página supostamente pensaria...

Ainda esses dias, tive uma decepção com o José Serra (que seria meu candidato a Presidência se não fosse a politicagem em favor do Aécio como oposição "para ganhar"), que fez uma declaração infeliz sobre a abertura da Avenida Paulista, aos fins de semana, para pedestres.

Infelizes são os paulistanos! Dilma na presidência e Haddad na prefeitura. Vocês sabiam que os níveis de despreparo para governar de ambos se equivalem? Somos infelizes ao quadrado! Hoje, domingo, fui visitar um amigo que mora perto da Avenida Paulista. A avenida foi fechada pelo prefeito, para lazer. E fica vazia, obviamente. No entorno dela, congestionamentos monumentais. Na ida, demorei meia hora para cruzar a Paulista. Na volta, mais quarenta minutos para sair do engarrafamento. Pensando bem a comparação com Haddad é injusta para Dilma

Um pensamento reacionário e egoísta, que teve a infelicidade de citar um dia de chuva, onde as pessoas naturalmente iam preferir ficar em casa, como sendo um dia típico que justificasse sua visão de que a Paulista deveria ser consumida pelos automóveis... Até no domingo. Vamos relaxar, porque domingo é dia de descanso. Por mim, todas as grandes avenidas deviam ter sua faixa central dedicada aos humanos, "fechadas" para carros e abertas para caminhadas, bicicletas, skates, crianças e quem quisesse aproveitar o descanso ao ar livre, vendo a cidade por outra perspectiva. Aqui no Rio, ainda estamos longe do impacto da Avenida Paulista, mas a Avenida Rio Branco já está se encaminhando para ser aberta para humanos aos domingos, esticando o Parque do Flamengo até a Praça Mauá, uma atitude simpática (que provavelmente será castigada por reacionários) no meio de cagadas do nosso Prefeitinho (como acabar os ônibus, fazer o passageiro andar mais e pegar ônibus mais cheios). No vídeo a seguir, podemos ver como pode ser legal a ocupação da rua por humanos, aconteceu na Estrada dos Três Rios, na Freguesia.

Já Haddad me faz ter uma visão positiva do PT no mar de cagadas que o resto do partido anda fazendo com o país, em especial, no que se refere às falcatruas. Não gosto do PT, mas tenho que admitir quando alguém desse partido acerta. Inclusive, recentemente, fiquei satisfeito com a posição do Molon com relação à diminuição da maioridade penal e mais satisfeito ainda por concordar com ele e ver ele saindo do PT. E eu gosto do PSDB, e o Serra tem minha preferência como o melhor dos candidatos a candidato, por ter maior afinidade com o FHC, um histórico mais rico que o Aécio e não ter um posicionamento tão flertante com o reacionário quanto o Aécio, talvez seduzido pelo calor da oposição, ou talvez por ser assim já naturalmente. Entretanto, parece que esse fogo por odiar o PT expôs esse lado lamentável do Serra. OK, na hora da raiva do engarrafamento, podemos ser injustos. Mas, ele, como pessoa pública e, principalmente, formador de opinião, deveria dosar mais os lados positivos e negativos, como o Pirulla. Ele poderia fazer como o nosso Presidente Eduardo Jorge e ir de transporte público, o melhor candidato a presidente que esse país nunca elegerá.


No Rio, uma das obras olímpicas está parada porque acabou o dinheiro e a responsável pela obra está demitindo todo mundo. Ué, mas as obras das Olimpíadas não eram quase todas bancadas pela iniciativa privada? Acabou o dinheiro do Governo do Estado, acabou a obra olímpica? Não tá fácil pra ninguém! Vi no RJTV 2a Edição.

Mas chega de desgraça, saiu o novo clipe do Coldplay. Lembrei imediatamente de Roar, da Katy Perry.



Achei a música OK, pode ser meu senso crítico saudosista falando, mas fico com a impressão que o "A Head Full of Dreams" vai ser muito mais pop. Acompanhei a chegada do Mylo Xyloto e acabei não gostando tanto e, por outro lado, ignorei totalmente a chegada do Ghost Stories e, quando descobri que ele já tinha sido lançado, ouvi e gostei muito. Por sinal, ainda estou na vibe dele, então, provavelmente é mais um motivo pra ter um pé atrás com o A Head... E nunca serão A rush of blood to the head.

dlç
PS: Sem querer, achei outro clipe com macaquinhos. Public Enemy No. 1, do Megadeth.


17 de out de 2015

Soundtrack to Apocalipse

Joy Division - Love will tear us apart
The Smiths - There is a lght that never goes out
Coldplay - True Love
David Bowie - Heroes
Raul Seixas - Ouro de Tolo
Van Halen - Dreams
CPM22 - Um minuto para o fim do mundo

23 de ago de 2015

Polaroid Cube - Primeiras impressões


Polaroid Cube é uma pequena câmera de ação à prova de respingos e impacto mais barata que a GoPro e bem prática, por ser pequena. Assim que recebi o brinquedo, tentei tirar uma foto, mas, apesar de ter visto que ela teria uma memória interna (bem pequena, mas teria), não consegui plugá-la via USB a meu computador (nem Windows nem Linux). Fiquei encucado por ela não montar ao espetar no USB, mas, depois que comprei o cartão de memória (classe 10), ela foi detectada corretamente em ambos os sistemas operacionais, o que já é um ponto positivo, funcionou perfeitamente no Linux. Para Windows, ela tem um programinha para modificar o volume do apito de ação (já que ela não tem display, precisa usar o retorno sonoro para saber quando está tirando uma foto), mas é possível modificar essas opções editando um arquivo texto pelo Linux. 

A inserção do cartão de memória é feita girando com uma moeda a traseira, lá, você terá acesso às opções 720 ou 1080 e ao espaço do cartão, além da entrada USB.  Testei usar o quadro da bicicleta confiando somente no ímã, mas, infelizmente, não ficou suficientemente segura e a câmera caiu. Porém, apesar de ficar manchada, continuou funcionando normalmente, mostrando que é mesmo resistente à queda. Gravei um vídeo curto, com 2 minutos e meio a 1080, e o arquivo ficou com aproximadamente 150 MB, o que dá por volta de 60 MB/minuto. Portanto, um cartão de memória de 8 GB vazio pode gravar até mais de 2 horas. 







 Um ponto negativo é a falta de um indicativo de bateria, ela é carregada via USB, mas não é possível saber a quantos porcento ela está abastecida. De resto, parece promissora e deve ficar mais fácil de ver uma pelas ruas e baladas da cidade.
 

28 de jun de 2015

Validade das Recarga da Tim [2015]

Obtido através do *555#. A seguir, estão os valores de recarga da Tim e suas validades.

R$14,00 - 1 mês
R$18,00 - 2 meses
R$27,00 - 3 meses
R$35,00 - 3 meses
R$50,00 - 6 meses
R$100,00 - 6 meses
R$10,00 - 1 mês (está disponível em poucos lugares)


20 de mai de 2015

Frontmatter no Coppetex

Baixando os arquivos de compilação da biblioteca da Coppe para geração de teses e dissertações, o CoppeTeX, é provável que, ao compilar sem nenhuma modificação, aconteça um erro. Este erro pode ser contornado comentando a linha "\frontmatter" dentro de thesis.tex, mas acontece uma pequena mudança entre o padrão da Coppe (o padrão diz que a parte pré-textual seja numerada com números romanos, mas a numeração acontece com letras, a, b, c ...)

A correção do erro é editar o arquivo coppe.cls e substituir as linhas \eqparbox{signture@list}{\protect\centering% por \eqmakebox[signture@list]{% (linhas 290, 295 e 301 na versão que tenho em mãos).

Fonte: Sourceforge/coppetex

12 de mai de 2015

Botos na UFRJ

Está acontecendo uma exposição no Fundão similar à Cowparade, exposição de vacas pelas ruas do Rio, e à United Buddy Bears, que expôs ursos em Copacabana, onde os componentes são botos, símbolos da cidade, que vão sumindo aos poucos. A organização é do Parque Tecnológico e a Escola de Belas Artes, ambos da UFRJ, que espalharam 45 botos ao longo da Cidade Universitária, desde o Alojamento até a Vila Residencial.

Mapa dos Botos
O evento é uma boa oportunidade para conhecer o campus pois, devido a sua extensão, até mesmo os alunos algumas vezes não conhecem outras partes da Cidade Universitária além do local onde fica seu prédio. Mas a tarefa de percorrer esse longo caminho não é fácil, o ideal é estar de bicicleta ou carro. Para não se perder, a organização do evento disponibilizou um mapa com os botos. Outras informações podem ser vistas na página do evento.

As fotos a seguir foram tiradas em vários dias e seguem mais ou menos a ordem cronológica em que foram tiradas. Os nomes dos botos e a descrição foram tiradas da página do evento.


Rio, suas formas

Cores quentes para lembrar o Carnaval

Botom Jobim: calçadão de Ipanema


Memórias do Boto na Ilha de Paquetá
Rio de Flores
Botonauta
Eu sou o samba
Um passeio pelo Valongo com Leandro Joaquim

Intervenção artística sobre o Rio de Janeiro (detalhe para a mancha vermelha)
Pevsner (nome de um historiador da arte)
8 ilhas: mostra em forma de mapa de níveis a composição geológica original do Fundão, oito ilhas unidas para formar a Cidade Universitária
As filhas do boto. Feito pela artista mais famosa da exposição, a Rosa Magalhães

Botocudo

Nossas origens




Boto Maré
SAARA
Boto Ostentação (no começo, ele tocava funk quando apertava um botão)
Rio Gambiarra (acende algumas partes de noite)
Você Está Aqui. Mostra o mapa da cidade do Rio
Circuito da Gávea: O Trampolim do Diabo
Aquaboto (ainda com óculos escuros)
Malandro Carioca
Pôr do Sol na Baía
Mudanças Vespertinas
Boto Botânico. Representa as cores predominantes no Jardim Botânico do Rio
Vincent. Meu favorito. Incorpora elementos do Rio (arcos da Lapa e Cristo Redentor) ao estilo da Noite Estrelada de Van Gogh
Bate-Boto
Sereno

1964 - 1985 (o nome é o período da ditadura militar)
Boto Suburbano. O mais popular, impossível tirar foto sem alguém por perto pela sua localização, em frente ao Hospital do Fundão
Pirayawara Tupi
Arquitetura Punk
Eu não sou um golfinho
Com essa exposição, aprendi que boto e golfinho é a mesma coisa. No começo da exposição, quando os botos ainda estavam envoltos em plástico pretos, começaram os rumores que eram golfinhos, até que, pouco a pouco, fomos sendo corrigidos que se tratavam de botos. Tanto faz, menos para este boto aí de cima, esse faz questão. Detalhe triste dele, no meio das eleições para reitor da UFRJ, ele apareceu com adesivo de um dos candidatos, refletindo uma falta de educação ou de um morador "politizado" do Alojamento  ou de um cabo eleitoral exaltado representando um dos candidatos ao maior cargo da universidade. O que entristece é que essa área é fundamentalmente frequentada por estudantes, ou seja, ter estudo não soma educação, no fim das contas.

O boto Praianas também foi muto vandalizado: trata-se de um boto com várias avaianas de cores e tamanhos diversos presos, para refletir o gosto do carioca pelo chinelo de dedo. Infelizmente, muitas avaianas foram arrancadas (clique na foto abaixo para ver em tamanho completo). Ao contrário do boto do Alojamento, esse é o boto mais sujeito à população que frequenta o Fundão só por passagem, pois é próximo à estação de BRT, um ponto de baldeação para vários lugares, além do próprio Fundão. O Aquaboto e o Eu sou o samba também sofreram vandalismo, mas leve, motivada pelo estranho prazer do carioca em roubar óculos de estátuas e monumentos.
Praianas (o mais vandalizado)
Suba e veja o "Eu sou o Samba". Quem não tem colírio usa óculos escuro

Rio, eu sou você
Floresta da Tijuca
Mosaico Carioca
Made in Rio
Boto Mulato
Março
Muito Prazer! Sou Carioca
Memórias de Madureira
Botos do Rio. O Botoception que foi despejado do Parque para a rua do Detran
Este boto inicialmente, se localizava, segundo o mapa, no píer do Parque Tecnológico. Fui até lá fotografar os botos, mas não consegui achá-lo, pensei que tivesse me enganado ou que teria que ir mais para dentro do Parque (que é imenso). De fato, desconfio que realmente teria que ir mais para dentro, pois voltei lá em outro dia e achei o tal píer (são dois, um pequeno, o qual achei e fotografei o boto Made in Rio, e outro, bem maior, que era onde devia estar o Botos do Rio). Nunca saberei se ele estava lá mesmo ou não, o que vale é que, por algum motivo, o "despejaram" do Parque e ele foi parar na rua onde era realizada a prova de baliza do Detran.
Em seu "habitat" original (Foto da Página da Organização)

Celebração
Os dois botos abaixo ficarão faltando. A exposição está chegando ao fim e provavelmente não terei uma oportunidade de ir especificamente à GE ou de passear por dentro da Prefeitura, mas as fotos do site mostram eles já nos seus lugares de exposição. Não sei o que será feito após o fim da exposição, mas vão deixar saudades. Gostei muito da iniciativa e dos trabalhos produzidos, um incentivo único para integrar uma cidade universitária, muitas vezes, isolada, como se fossem, ainda 8 ilhas separadas. Minha torcida é que eles fiquem por aí até quando aguentarem, servindo, até, como ponto de referência para localização de prédios para visitantes, taxistas e calouros.
 Até mais e obrigado pelos peixes.

Tardes do Rio (Foto: Organização do Evento)
Nós (Foto: Organização do Evento)
Extra:
Após a exposição, agora estão guardados

Quem sou eu

Raphael Fernandes
Carioca, Brasileiro, Estudante de Robótica
Hiperativo, Imperativo
Gosto de tecnologia, de transporte, de Rock, de reclamar e de propagandas criativas (e outras coisas que posso ter falado em um post ou não)
Musicalmente falando, sou assim.

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