29 de set de 2013

Lojas de Rock (Rio de Janeiro)


23 de set de 2013

Rock in Rio 2013 - dia 22

Aproveitem enquanto os vídeos estão funcionando, porque já já, tiram tudo do ar :(

Andre Matos e Viper – O Andre Matos mandou muito bem, e mostrou que é uma estrela internacional. Cantou clássicos do Angra e Fairy Tale, a famosa música que tocou na novela Beijo do Vampiro, e que deve ter iniciado muita gente ao metal melódico. A galera pediu Palco Mundo para ele. Depois, ao se juntar ao Viper, já achei meio chato, é um estilo diferente, mais seco, mas de boa qualidade. Destaque para a versão de We Will Rock You, do Queen, com uma pegada bem mais veloz e pesada, ressaltando a importância dessa banda para o rock, e também para o metal, apesar de alguns metaleiros não darem o devido valor.


Destruction e Krisiun – Não conhecia o Destruction e gostei bastante, apesar de ter alguns clichês do trash metal, lembrando o Massacration, que incorpora vários clichês do metal em sua brincadeira-séria, sendo a influência mais óbvia o Manowar. Mas clichês à parte, o som da banda é muito bom e o vocalista foi bem simpático (pediu caipirinha, mas só tinha “cervicia”). O Krisiun também destruiu, com muito mais violência, mostrando também que é uma potência internacional nascida no Brasil.

Helloween – Outra banda representante dos clichês metaleiros (dessa vez do metal melódico), mas ignorando isso, o som é excelente e eles tocaram clássicos como Dr. Stein e Future World e ainda prometeram show próprio para Novembro. E as músicas novas, o vocalista conseguiu trazer a platéia para conhecer e cantar refrões, sem dúvidas, muito hábil em lidar com o público. Todos tocavam com alegria, brincando entre si.



Kiara Rocks (???) - Eu tentei não ser preconceituoso por eles cantarem em português, mas eles passaram longe do metal. Pode até ser um avanço de tocarem algo mais pesado que o “rock nacional” pop atual, mas me pareceu um Dibob um pouco mais trabalhado, um monte de playboyzão. Desliguei a TV antes de começarem a vaiar, porque já estava ficando tenso o negócio. Descobri que o vocalista participou do Ídolos Astros. O show, entretanto, tinha uns trunfos convenientemente pensados pra evitar uma catástrofe: Paul Dianno (ex-vocalista do Iron Maiden) e ex-vocalista do Chorão, mas basicamente a força do Paul salvou o show, com a ajuda dos covers. Tenho que tirar meu chapéu, claro, pra coragem da banda em estar no palco mundo, sujeito a se aborrecer com a plateia, e acho crueldade da organização permitir essas situações. Mas, por outro lado, uma banda desconhecida no Palco Mundo enquanto haverá algo promissor no Sunset (Sepultura com Zé Ramalho neste ano e Sepultura com Tambours du Bronx em 2011 contra o Glória) pode ajudar a valorizar o palco Sunset que, por ser secundário, acaba ficando menos vazio. O palco Sunset dá mais liberdade para assistir e circular, conseguir chegar perto sem ter que chegar 11 da manhã pra segurar a grade, ou seja, é uma situação agradável para se assistir aos shows. Chegar minimamente perto do Palco Mundo requer dedicação quase que do dia inteiro (literalmente), então, quando esse tipo de coisas acontece, a platéia do palco Sunset agradece.




Por sinal, a parceria inesperada, nunca antes vista e sem fidelidade à turnê acaba sendo um show com característica do palco Sunset no palco Mundo.

Zépultura - A primeira metade do show foi dominada pelo Sepultura, com som pesado, com cara mesmo de Sepultura, sem limites, bom pra cacete. Tocaram músicas "lado B" com porradaria total. Com a presença do Zé Ramalho, o peso diminuiu, mas não se extinguiu, como prometeu o Andreas, o Sepultura ia manter suas características. E o Zé Ramalho cantou suas músicas com o peso do Sepultura atrás, fazendo o metal em português da noite. É um sério candidato a ser um dos shows do palco Mundo de 2015. Zé Ramalho mostrou que é um grande artista, disposto a sair de sua zona de conforto e encarar uma platéia exigente, enfim, disposto em ampliar seus horizontes. Está de parabéns assim como o Sepultura. Ah, e o Andreas cantou muito bem Da Lama Ao Caos, em homenagem ao Chico Science, num resultado excelente.


Slayer - Fizeram um show "pra cumprir tabela", aparentemente ainda estão sentindo a morte do líder. Fizeram homenagem a ele.


Angel of Death Hanneman Still Reigning 

A7x - Confesso que tenho minha implicância com essa banda, me parecendo uma banda pop adolescente, pode ser meu lado hipster falando ou eles serem realmente "puta revolts". Mas o show foi bom e, assim como o Helloween, o vocalista soube lidar com o público, até para trazê-lo para as músicas novas. Também houve homenagem a um membro falecido, na música Fiction. O novo baterista é magrinho, se difere da maioria dos bateristas fortes porque haja braço nesse dia.


Iron - O Bruce também é outro com imensa habilidade em lidar com o público e claro que o show foi excelente também. O Iron também conta com a habilidade de todos tocarem sorrindo e brincando, mesmo com 2 milhões de anos de idade.

Chega ao fim o Rock in Rio nesse dia de pedir caipirinha, bebê (Bruce e o vocalista do Destruction) e de homenagens aos que se foram. Tenho que agradecer por mostrar ao Brasil o metal brasileiro e fazer o noticiário citar bandas que para nós, fãs de metal, já são familiares há anos. 

22 de set de 2013

Rock in Rio 2013 - dias 20 e 21

John Bon Jovi não é mais o mesmo ("só foi bom jovem"), sua voz não alcança mais os consagrados agudos, mas continua sendo um bom show. Tirando a bobagem da fã huebr que foi chamada ao palco, foi legal.

O Ivo Meirelles fez seu "protesto" com mascarados no palco. Ao contrário do Capital Inicial e do Detonautas, que se mostraram interessados na participação popular nos protestos, o Ivo sim me pareceu muito oportunista. Sobre o Capital e o Detonautas, transcrevo o que comentei na seguinte postagem no facebook.


O Dinho pode não se expressar bem, mas o Aborto Elétrico, quando ele ainda era uma criança, apanhou da polícia e fazia música de protesto. Então, pelo menos alguns membros [de sua banda] já protestavam (muito) antes de "ser modinha". Sobre o Detonautas, tb acho que estejam dando uma boa contribuição.


Já o Ivo já se envolveu em confusão pela presidência da Mangueira e nunca demonstrou estar preocupado com os problemas de sua comunidade ou da política em geral. E, sobre o Jota Quest, não acho que estejam lá muito ligados com a situação política do país, mas lembrar o acontecido já é um bom caminho para lembrar às pessoas (não só as que estavam por lá, mas todas as milhares de pessoas acompanhando pela TV e internet) que é preciso manter-se ativo. Autopromoção? Talvez, mas melhor que fazer campanha em defesa do Genuíno.

É bom lembrar que no dia 21, houve a participação do único presente em todas as edições: Pepeu Gomes (não consegui descobrir se são só as edições no Rio ou todas todas mesmo, porque minha fonte era um tweet). E, hoje, 14:30, estarei com a TV ligada no #Multishow para acompanhar o André Matos! Hoje é o dia que eu iria, se tivesse sido sorteado com uma conexão bem sucedida entre meu computador e o servidor do Rock in Rio.

19 de set de 2013

Projeto para filhos de políticos estudarem em escola pública


Existe um projeto, de 2007, do senador Cristovam Buarque, que pretende forçar todos os políticos a colocarem seus filhos em escolas públicas. O projeto, de número 480, infelizmente, é inconstitucional (aparentemente, fere algumas das liberdades de escolha do cidadão que é o deputado porque, aí sim, ele se põe como cidadão comum), mas também o é o projeto de proibir máscaras (a mesma liberdade de escolha), então, seria uma grande importância que, em prol de um bem maior, essa inconstitucionalidade fosse posta em prática.

Um primeiro ponto, mais óbvio, é de que, ao matricular seu filho numa escola pública, o servidor vai se esforçar mais para que ela seja boa, no que estiver à altura do seu mandato. Pode ser que todos os deputados combinassem de matricular os filhos numa escola específica ou que criassem cotas para seus filhos nas escolas públicas boas. Mas isso seria muito pior para a opinião pública do que simplesmente esquecê-las, então, uma vez obrigado a usar a escola pública, ele ia ter que usar escolas sem nenhum privilégio desses, pois seria admitir que o sistema é uma porcaria – e isso, eles não admitem.


Mas, além disso, é usando o serviço que se sabe onde melhorar e o que está acontecendo durante o caminho entre o escritório e a prática que não corresponde às mirabolantes propagandas políticas. Até se admitirmos que os políticos tem boas intenções com a educação, muitas vezes ele se convence que o que ele faz é suficiente, sem nunca descobrir, na outra ponta do serviço, que o mesmo não é bem prestado. Esse é um problema típico no Brasil (talvez seja um problema de administração pública, em geral, mas só conheço o Brasil): há um distanciamento entre a administração e o usuário, talvez até reflexo da baixa representatividade dos poderes políticos com relação às demandas da população. O administrador confia tanto nas suas planilhas que ignora os clamores de quem realmente usa. Vou dar um exemplo sobre o sistema do BRT do Rio. O secretário de transportes diz que é um sistema de transporte de massa, que é normal ficar cheio. Pode até ser (embora pudesse ser mais eficiente, mas isso é papo para outro post), mas, e se ele próprio tivesse que entrar no BRT para ir e vir do trabalho? Será que não pensaria em alguma maneira de otimizar o serviço, mesmo com as limitações que tem hoje? A inspiração para uma solução economicamente viável viria com o amasso da viagem ou as longas filas. Eu mesmo nunca saberia de alguns problemas do BRT se não tivesse usado, como por exemplo, as linhas paradoras e a necessidade de baldeações. No alto de seus escritórios, nas suas planilhas, é muito confortável para o usuário ir rápido no BRT, sem contar com tempos perdidos de demora, de baldeações que poderiam ser mais práticas, entre outros motivos. É usando que se vê a realidade do serviço, o problema é que o usuário, em geral, não tem capacidade de dar sugestões de melhora (daí os protestos serem como gritos desocorro) e aqueles que podem melhorar não usam o serviço.


Mas o projeto do senador Cristovam Buarque prevê ainda uma outra vantagem que eu mesmo não tinha me notado. Quem paga a escola privada de qualidade do poder somos todos nós. Através de descontos em impostos e mesmo auxílios pagos, dinheiro nosso (uns 12 milhões por mês, segundo o projeto) vai sendo usado para dar qualidade de ensino... Aos politicos.

 
Entendo que o projeto poderia se espalhar por todos os serviços públicos, isto é, que o político também fosse obrigado a usar o hospital público e o transporte público. O projeto encontra-se disponível para leitura no site do senado, está apresentado nas figuras ao longo deste texto e está transcrito abaixo. Que cartazes com “Pelo projeto 480” se levantem nos protestos daqui pra frente.

-x-

Projeto de Lei do Senado, número 480 de 2007

Determina a obrigatoriedade de os agentes públicos eleitos matriculares seus filhos e demais dependentes em escolas públicas até 2014.

Talvez não haja maior prova do desapreço para com a educação das crianças do povo, do que ter os filhos dos dirigentes brasileiros, salvo raras exceções, estudando em escolas privadas. Esta é uma forma de corrupção discreta da elite dirigente que, ao invés de resolver os problemas nacionais, busca proteger-se contra as tragédias do povo, criando privilégios.

Além de deixarem as escolas públicas abandonadas, ao se ampararem nas escolas privadas, as autoridades brasileiras criaram a possibilidade de se beneficiarem de descontos no Imposto de Renda para financiar os custos da educação privada de seus filhos.

Pode-se estimar que os 64.810 ocupantes de cargos eleitorais - vereadores. prefeitos e vice-prefeitos, deputados estaduais, federais, senadores e seus suplentes, governadores e vice-govemadores, Presidente e Vice-Presidente da República - deduzam um valor total de mais de 150 milhões de reais nas suas respectivas declarações de imposto de renda, com o fim de financiar a escola privada de seus filhos alcançando a dedução de R$ 2.373,84 inclusive no exterior. Considerando apenas um dependente por ocupante de cargo eleitoras.

O presente Projeto de Lei permitirá que se alcance, entre outros, os seguintes objetivos:

a) ético: comprometerá o representante do povo com a escola que atende ao povo;

b) político: certamente provocará um maior interesse das autoridades para com a ediicação pública com a conseqüente melhoria da qualidade dessas escolas.

c) financeiro: evitará a “evasão legal” de mais de 12 milhões de reais por mês, o que aumentaria a disponibilidade de recursos fiscais à disposição do setor público, inclusive para a educação;

d) estratégica: os governantes sentirão diretamente a urgência de, em sete anos, desenvolver a qualidade da educação pública no Brasil.

Seria injustificado, depois de tanto tempo, que o Brasil ainda tivesse duas educações - uma para os filhos de seus dirigentes e outra para os filhos do povo -, como nos mais antigos sistemas monárquicos, onde a educação era reservada para os nobres.

Diante do exposto, solicitamos o apoio dos ilustres colegas para a aprovação deste projeto.

16 de Maio de 2007
Senador Cristovam Buarque

(Às comissões de Constituição, de Justiça e Cidadania e de Educação, cabendo à última a decisão terminativa.)

Publicado no Diário do Senado Federal, de 17/08/2007

Rock in Rio 2013 - dia 19

O Dr. Sin, eu perdi. Vi um pedaço do Almah e do Hibria, e realmente, a emoção do vocalista do Hibria me contagiou. Ambas as bandas mandaram muito bem, o Hibria eu não conhecia e o Almah apresentou suas boas músicas. O Falaschi cantou Saint Seya no improviso, a pedido da galera. O Sebastian Bach foi decepcionante, a voz dele já não é a mesma (mesmo caso do Axl Rose e do Offspring... O tempo passa e as drogas são cruéis). O Robie Zoimbie também não conhecia, parece ser agradável, mas não prendeu muito minha atenção.


O Sepultura também me deu arrepios de emoção. É um sentimento de orgulho do metal brasileiro, eles lá, brasileiros, e com status de banda gringa, fazendo a galera vibrar, levando gente para o show especificamente por eles.  E o que deu certo no palco Sunset, 2 anos atrás, o qual eu vi de perto, não podia dar errado no palco Mundo, prometendo ser, mais uma vez, o ponto alto de todo o evento. Destaque, claro para o Tambours du Bronx, dando um peso a mais, deixando o som especial.



Sobre o Ghost, confesso que só assisti pela TV até o final porque estava sem internet, porque foi muito monótono. Infelizmente, não se encaixou bem com o festival, mas gostei mais do teatro que da música em si. A bateria e o vacal não tinham muito peso, que ficou por conta das guitarras mesmo. Mas, apesar de não ter se encaixado direito, achei um pouco lamentável começarem a gritar Metallica no meio do show deles. Basicamente, a banda é composta de um cara vestido de padre com uma maquiagem muito foda e músicos vestidos de sobretudo e máscara de Darth Vader (não são identificados). É injusto falar que a banda é ruim, acho que fizeram bem seu papel e serão um dos destaques. Gostei mais pelo tom místico, não pelo peso.

Agora, é Alice in Chains e Metallica, vejo amanhã.

18 de set de 2013

Itinerário 932A Gardênia Azul x Tanque, antiga 732

Caminho percorrido pela linha 732 Cascadura x Gardênia Azul. Esta linha foi EXTINTA após a inauguração da estação Madureira do Transcarioca e passou a ser 932A Tanque x Gardênia.

Sentido Tanque:
  •  Praça da Gardênia
  •  Avenida Tenente Coronel Muniz De Aragão
  •  Estrada Do Engenho D'água (Anil)
  •  Estrada De Jacarepaguá
  •  Retorno em frente ao Condomínio Jardim Clarice
  •  Estrada De Jacarepaguá
    • Praça do Anil
  •  Largo do Moutela
  •  Rua Ituverava
  •  Estrada Do Bananal (Freguesia)
  •  Estrada Dos Três Rios
  •  Retorno (Largo Aspirante Lourival Gomes, próxima à Grajaú-Jacarepaguá)
  •  Estrada do Pau-ferro (Pechincha)
    • 18º Batalhão da PM
    • Supermercado Princesa
  •  Largo do Pechincha
    • Planalto do Chopp
  •  Avenida Geremário Dantas
    • Lona Cultural Jacob do Bandolim (Lona de Jacarepaguá)
    • Posto de Saúde
  •  Largo do Tanque (ponto final do 932A)
  •  Rua Candido Benício
    • Restaurante Bosque da Praça
    • Praça Seca
  •  Largo do Campinho
  •  Avenida Ernani Cardoso
  •  Praça José de Souza Marques (terminal embaixo do viaduto de Cascadura, ponto final do 732)

Sentido Gardênia:
  •  Praça José de Souza Marques
  •  Rua Ângelo Dantas
  •  Rua João Vicente (Madureira)
  •  Rua Domingos Lopes
    • Colégio Elite 
    • Assaí do Campinho
  •  Largo do Campinho
  •  Rua Candido Benício
    • Mundial Praça Seca
  • Avenida Geremário Dantas
    • Posto de Saúde CMS Jorge Saldanha
  •  Rua Lopo Saraiva
    • Center Shopping Rio
  •  Estrada do Tindiba
    • Castelo do Vinho
  •  Largo do Pechincha
    • Planalto do Chopp
  •  Estrada do Pau-Ferro
    • 18º Batalhão
  •  Estrada do Guanumbi
  •  Estrada dos Três Rios
  •  Rua Geminiano Gois
    • Cultura Inglesa Freguesia
  •  Rua Tirol
  •  Estrada do Bananal
  •  Rua Ituverava
    • Bartekim
  •  Estrada De Jacarepaguá
    • Praça do Anil
  •  Estrada Do Engenho D'água
    • Garagem da Litoral Rio
  •  Avenida Tenente Coronel Muniz de Aragão
  •  Terminal Arquiteto Julius Sass (Terminal da Gardênia, ponto final do 932A)

Qual o preço do 932A? R$ 3,40

Qual o BRS do 932A? Não passa em vias com BRS

Integrações:
  • Bilhete Único Carioca: Sim
  • Bilhete Único Intermunicipal: Sim
  • BRT: Sim
  • Trem: Sim Não
Bairros atendidos: Cascadura, Madureira, Campinho, Praça Seca, Tanque, Pechincha, Freguesia, Anil e Gardênia Azul

17 de set de 2013

10 episódios (ou mais) que você devia conhecer do South Park

Nenhuma ordem específica. Se você é fã, tem interesse em conhecer ou só quer uma sugestão para se divertir, recomendo os episódios a seguir do South Park.

Simpsons Already Did It (s06e07)
Professor Chaos (Butters) tenta inventar um plano maligno, mas todas as situações já foram inventadas pelos Simpsons (gerando o bordão "Simpsons did it", famoso por ser usado com qualquer animação, usando uma cena dos Simpsons para indicar que os Simpsons já fizeram isso). Enquanto isso, Cartman descobre os Seamen

With Apologies to Jesse Jackson (s11e01)
Randy fala a palavra proibida em um programa de cadeia nacional. Por conta disso, há uma palestra sobre preconceito na escola, com um palestrante que não é perdoado pelo Cartman.

Over Logging (s12e06)
Acaba a internet em South Park.

Broadway Bro Down (s15e11)
Randy descobre uma vantagem dos musicais da Broadway, mas vai ter que brigar (literalmente) para isso. Paralelo a isso, Shelly salva o filho dos Feegans do bullying.

Le Petit Tourette (s11e09)
Cartman finge que tem Síndrome de Tourette para xingar todos e acaba pegando a doença

The List (s11e14)
As meninas fazem uma lista dos meninos mais bonitos.

It's A Jersey Thing (s14e09)
Sobre Nova Jersey.

Mr. Hankey, the Christmas Poo (s01e09)
Um novo personagem de Natal.

Cartman Finds Love (s16e07)
Cartman prefere ser gay do que ver um casal de pessoas de cores diferentes.

Bebe's Boobs Destroy Society (s06e10)
Uma das meninas percebe que está crescendo e a turminha se desfaz.

The Losing Edge (s09e05)
A equipe de South Park de baseball é composta apenas de crianças que se esforçam para perder, pois baseball é muito chato.

Breast Cancer Show Ever (s12e09)
Wendy se irrita com o Cartman e resolve marcar uma briga.

Not without my anus (s02e01)
Especial sobre Terrance and Phillip, o seriado canadense que a turminha adora.

Canada on Strike (s12e04)
O governo do Canadá se aborrece com as piadinhas feitas no mundo inteiro
 com seu país e resolve entrar em greve.

It's Christmas in Canada (s07e15)
Musical sobre o Natal no Canadá.

Sarcastaball (s16e08)
Randy sofre de uma doença grave: não consegue deixar de ser debochado.
Enquanto isso, a turminha descobre um fluido capaz de dar grandes poderes.

Chinpoko Mon (s03e10)
Paródia do Pokemon, mostra o estereótipo do "otaku"

The Death of Eric Cartman (s09e06)
Cartman passa dos limites e todos consideram que ele está morto.
Então, ele resolve assombra o Butter
s

Episódios duplos, triplos e quádruplos
Se você chegou aqui, talvez queira investir em episódios sequenciais, que por sinal, geralmente são excelentes.

Cartman mom is a dirty slut (s01e13, continua no s02e02 e é citado no 201)
Quem é o pai do Cartman? Será o Jimbo? Será o Mister Mackey? Será o Kyle?

The Coon (s13e02, s14e11, s14e12 e s14e13)
Dois heróis vem para salvar o mundo: Coon e Mysterion. Aliado a isso, a BP fura tão profundo que permite a passagem de seres de outra dimensão para a Terra. Detalhes importantes: explica como o Kenny consegue morrer, apresenta o Capitão Retrospectiva e mostra góticos.

Pandemic (s12e10 e 11)
Estrelando o Craig, fazendo uma análise crítica de como a turminha só faz cagada. O episódio se passa parcialmente no Peru.

200 e 201 (s14e05 e 06)
Tom Cruise tenta descobrir qual o segredo de Maomé que o torna imune a piadas.

Cartoon Wars (s10e03 e 04)
Family Guy ameaça a humanidade ao tentar colocar no ar uma cena com Maomé

Go God Go (s10e12 e 13)
Cartman não aguenta de ansiedade pela chegada do Nintendo Wii, em 3 semanas, e se congela.
Richard Dawkins ensina evolução para a turma


E, finalmente, o filme, que tem grandes partes de musical e mostra o combate dos pais das crianças à porcaria na TV, com censura ao Canadá.

Outras Listas (que não são minhas):
Os 17 episódios mais nojentos

15 de set de 2013

Rock in Rio 2013 - dia 15

Kimbra e Olodum, leia-se, o baterista é do Olodum... E só... Acho que o "bate lata" do Olodum não vai encaixar com essa cantora (bem chata, por sinal), mas é só a bateria tradicional... Tocada por algum componente do Olodum.

14 de set de 2013

Rock in Rio 2013 - dia 14

Detonautas mandou muito bem no show de tributo ao Raul Seixas, com direito a "Ei, Cabal, vai tomar no cu" da plateia, que acabou crescendo, após o Tico Santa Cruz abrir um silêncio pra galera se manifestar. A escolha das músicas do show veio bem a calhar com o clima de manifestações, como Ouro de Tolo e Sociedade Alternativa. Antes ainda, teve um pouco de Ramones no palco Sunset.

O Offspring teve uma bela passagem de som, com a produção passando umas músicas do Kiss e do Nirvana, entre outros. O show mesmo começou mais ou menos, mas foi pegando ritmo e lotou o palco Sunset.

Agora, conheci o tal do Saints of Valory, que até agora parecia ser uma banda formada para o Rock in Rio, sensação que tive ao procurar no google e só vir informações da banda sobre o próprio Rock in Rio. É um som bem legal, lembra aí White Lies, uma coisa mais da (minha) linha Coldplay, mas mais agitado.

Talvez assista ao Muse depois (até pra conhecer).

Rock in Rio - Dia 13 (adendo)

Ivete cantou Love of My Life e os revoltadinhos já reclamaram... Acho um gesto simpático da parte dela (mesmo não gostando das versões) em cantar algo de real rock no evento, quando ela poderia somente cantar Axé que é o motivo pelo qual as pessoas vão ao show dela. As versões não ficam legais, mas parabenizo pela divulgação ao rock.

Vi gente criticando o David Guetta por agir como DJ... OK, é meio ridículo um cara lá no alto balançando o braço e tocando um player no computador.  Mas isso é ridículo em geral, e não no caso específico do Rock in Rio, talvez o que tenha incomodado as pessoas tenha sido a distância maior que o usual entre o DJ e a turma. E outra coisa, ele lá em cima dançando, não é justamente a mesma coisa que as divas estão fazendo? Tipo, não há uma banda, e há quem ponha em dúvida até se estão cantando... Ele dança sozinho, em vez de ter toda uma equipe de coreografia, e aí? A propósito, não gostei da música sendo pausada pro pessoal cantar.

Enquanto a Ivete homenageava o lado rock do Rock in Rio, a B&oc (que está com a 'doença' do Michael Jackson, ficando branca) favelizou de vez o evento tocando Ah Lelek Lek (valorizando o lado "Rio" ca ca ca). Aí já foi longe demais... O Rock in Rio nunca foi genuinamente de Rock, mas sempre teve o seu lado rock (esse ano, tem pelo menos 2 dias só com rock purinho). Aceitemos o axé, o pop... Agora, funk não! Devia passar por várias etapas de aceitação antes de chegar a esse lixo. Cadê o sertanejo, o eletroforró e o pagode?

A homenagem ao Cazuza foi bem válida, infelizmente sempre calham de fazer essas homenagens com os amiguinhos do Medina (ou seja lá qual for o motivo deles estarem em TODOS os RiR), e particularmente, odeio as vozes do Skank e Jota Quest. E suporto a do Dinho, por conta do Capital Inicial, mas geralmente não gosto dele cantando outras músicas.

13 de set de 2013

Rock in Rio 2013 - Dia 13

Tive uma boa surpresa com a programação do Rock in Rio de hoje (dia da farofa, com Beyoncê de Belém e Ivete Sangalo) e acho que é uma banda que está sendo pouco aproveitada pelo público dessa turma. A banda é a Living Colour e se apresentou no bom palco Sunset. Os falsetes do vocalistas são bem exagerados, mas o som da banda é muito bom.

Mas tem um lado bom da banda não estar muito adequada ao dia da farofa, ao menos mostra um pouco do bom som pra massa e, já que a maior parte do tempo, os roqueiros que engolem Ivete e B&ocê, hoje eles vão engolir um pouquinho de guitarras distorcidas.

9 de set de 2013

Linhas de ônibus para o Rock in Rio 2015

Do centro (integração com Barcas e Trem):
352 Castelo x Riocentro

Maracanã, Vila Isabel e Grajaú (integração com linhas da Tijuca e Méier):
368 Castelo x Riocentro

Avenida Brasil e Higienópolis (integração para Baixada e Niterói):
348 Candelária x Riocentro
352 Castelo x Riocentro

Del Castilho (Metrô):
613 Del Castilho x Riocentro

Freguesia:
368 Castelo x Riocentro

Cidade de Deus (integração com linhas de Jacarepaguá):
348 Candelária x Riocentro
368 Castelo x Riocentro

Avenida Ayrton Senna (Passarela da Gardênia e Vila do Pan, integração para Baixada):
613 Del Castilho x Riocentro
352 Castelo x Riocentro

Avenida Ayrton Senna (Via Parque, Makro, Lourenço Jorge):
LECD332 Rio Sul x Arena
BRT Rock in Rio x Alvorada (direto)

Avenida das Américas (Bosque da Barra ao Barra Sul)
BRT Transoeste+BRT Rock in Rio

Avenida das Américas (Recreio)
959A Recreio x Curicica

Pontal, Vargem Grande e Vargem Pequena
809A Recreio x Curicica
810A Piabas x Curicica

Barra Shopping
LECD332 Rio Sul x Arena
BRT Rock in Rio x Alvorada (direto)

Downtown
888A Joatinga x Alvorada + BRT Rock in Rio

Zona Sul (orla)
LECD332 Rio Sul x Arena
314 Central x Alvorada + BRT Rock in Rio
332 Castelo x Alvorada + BRT Rock in Rio

Cascadura
676A Méier x Mercadão + BRT Expresso + 931A

Taquara, Praça Seca e Madureira
BRT Parador + 959A

Estações de BRT mais próximas:
Salvador Allende + 931A, 959A (calçada oposta ao Mundial)
Alvorada + SE01
Curicica + 959A (calçada próxima ao Mundial)
Rio 2 + 931A (calçada oposta à lagoa)

Estação de metrô mais próxima:
Del Castilho + 613 (ao lado do Nova América)

Estação de trem mais próxima:
Madureira+ BRT Semidireto+ BRT Rock in Rio
Penha + BRT Expresso + 931A

Linhas em vermelho: desembarque na Estrada dos Bandeirantes (Glaxo, prédio todo espelhado)

Em azul: desembarque na Arena Olímpica (antigo Autódromo de Jacarepaguá)




Mudanças nas linhas em 2013  (fonte: http://rcknr.io/STING1Wy):
368, 348 e 757 - Ponto Final movido para o "César Maia"

758 - Passando pela Benvindo de Novaes

808 e 831 - Também pela Benvindo de Novaes

806 - Passando pela Pedro Correia

6 de set de 2013

"Legalização" do Funk?

Recentemente, foi ressuscitada a questão da "descriminalização" do funk, dando-lhe status de "Movimento Social" (atenção, muitas aspas serão usadas daqui pra frente), através de um projeto de lei. Alguns pontos que me incomodam muito sobre essa discussão, tirando o fato óbvio que pra mim funk não é cultura. Vou falar aqui do funk mais "de raiz", e não dessas variações pop que só usam a batidinha, uma forma das gravadoras de cativar ouvintes dessa porcaria e ao mesmo tempo manter "a moral e bons costumes". Esses funks mais pops (Naldo, Anitta, Perlla) são até mais trabalhados e realmente, só tem a batida.

1 - Qual a relevância de um projeto de lei desse tipo?
Começa que, independentemente desse projeto, o funk existe, não tem ninguém privando o direito de ouvir o funk (apenas uma ou outra cara feia quando nós que não gostamos somos expostos). Me parece mais um projeto hipócrita, de uma busca por direitos por quem não tá nem aí pra isso, pelo contrário, passa por cima do direito do outro (adeus vida em sociedade).

2 - "Se o funk tem apologia, por que você não fala mal do Bezerra da Silva?"
Poderia dizer que nunca me botaram pra ouvir Bezerra da Silva forçado, mas vou falar disso mais pra frente. Bezerra da Silva fazia apologia, por assim dizer, de forma sutil e bem humorada. Não era algo do tipo "vou vender maconha pra ter um boné da kone" e sim "eu sei que você fuma um e gosta". Além do óbvio fato de Bezerra ter letra e música.

3 - "Se o problema do funk é com palavrão e violência, o que me dizer do seu precioso rock?"

4 - "Quando o samba começou, também sofria preconceito de gente de direita, conservador,  como você. Hoje em dia qualquer um cultua Noel Rosa, mas no início do século passado, eles eram desprezados pela sociedade. O funk quando for assumido como movimento cultural, também será assim"
Eu não sou conservador, inclusive, se você pegar "letras" de funks, possuem um conteúdo muito conservador. O que, pra mim, reflete o comportamento desse povo: são hipócritas. Hoje tão aí arrastando a bunda no pinto dos outros e amanhã, tão criticando a falta de vergonha de mulheres que abortam (sic), sob a bandeira da religião. Sobre comparar com Noel Rosa... Acho isso o cúmulo, o samba em geral tem partitura, instrumentos, não tem agressividade.

5 - "O funk fala sobre a realidade do povo"
Nunca ouvi um funk sobre o trem quebrado. Ou sobre o medo da bala perdida. O.K., pode ser que ele não se foque nas coisas boas. E as coisas boas são violência, ciúme, armas, álcool?

6 - "Fala mal do Marcelo D2 então"
Volte para o item 2. O som o D2 é bem feito (você pode ou não gostar, mas tem uma boa estrutura musical) e ele é um cara com críticas construtivas. Aliás, não conheço as letras do funk a fundo (poupei meus neurônios), mas me parece que falam mais do tráfico do que das drogas. D2 fala "legalize já", é o tipo de discurso que o traficante não apoia. E, como muitas vezes o funk está relacionado ao tráfico, através da proteção por trás da desordem, então não faria mesmo muito sentido.

7 - O seu direito acaba quando começa o meu... E o seu já passou muito do limite
Sempre tem uma "expressão cultural" te forçando a ouvir essa bosta. É o celularzinho no viva voz no transporte coletivo. É o carro parado com a mala aberta nas praças. É a festa em espaço público com som nas alturas em qualquer horário, inclusive de madrugada. É o baile funk no morro que impede o trabalhador que mora na favela (cadê os defensores dos direitos do morador da favela nessas horas?) de dormir e poder ter uma qualidade de vida melhor. Porque não é todo mundo que tá a fim de ficar acordado a noite toda em simpatia ao som do gueto.

Enfim, esse era só um desabafo que precisava fazer para registrar meu desprezo pela "glamourização da porcaria". Não existe porque proibir ou permitir o funk, porque ele já está aí. Mas tem todo o resto da cartilha de direitos a serem respeitados, principalmente a perturbação do sossego público. Sobre a incitação à violência, é o direito de expressão sendo garantido, só não quero que me perturbe me forçando a ouvir isso. Eu creio que o ser humano seja capaz de produzir cultura num nível acima desse. Considerar a "música"  do funk como cultura é menosprezar a capacidade criativa de todos nós. Sobre as vestimentas (nem vo falar da falsificação de produtos), isso pode ser considerado uma "tendência" do movimento e, mais uma vez, isso é independente de projetos de lei. Ninguém precisou de um projeto de lei pra marcar os punks como punks.

Quem sou eu

Raphael Fernandes
Carioca, Brasileiro, Estudante de Robótica
Hiperativo, Imperativo
Gosto de tecnologia, de transporte, de Rock, de reclamar e de propagandas criativas (e outras coisas que posso ter falado em um post ou não)
Musicalmente falando, sou assim.

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