25 de dez de 2011

Um Natal sem Worms?

Indo contra a tradição, este ano não haverá o worms de Natal que sempre costuma rolar. Sempre encontrava um Loko (com trocadilho) pra jogar, mas esse ano, em virtude da palhaçada com meu computador, ficarei na saudade. O que será de 2012?! #RituaisDeFimdeAnoSãoTOC

19 de dez de 2011

Até o Edguy!?

De uns tempos pra cá, tenho visto tanta acusação de plagio na música que chega a desanimar. Essas bobagens geralmente vêm de comentários de youtube, que eu tento não ler (havia uma época em que dava para desabilitá-los, mas acho que atualmente, não dá mais), mas acabo lendo e, não ler, na maioria das vezes, seria tampar os olhos pra não ver a verdade. De fato, algumas músicas são parecidas e às vezes até são autorizadas.

Acho que a primeira história com uma música que eu curto aconteceu entre dois sons que eu gosto: Coldplay e Joe Satriani, com as músicas, respectivamente, Viva la Vida e If I could Fly.






Eu avaliei previamente, e não achei assim tão parecido. Mas, de fato, ouvindo a versão combinada, dá pra perceber melhor a semelhança. O que podemos afirmar é que, no mínimo, o Coldplay teve bom gosto... Minha vida continuou, apesar de um processar o outro, continuo ouvindo ambos e apreciando muito o som... E lamentável os xingamentos mútuos de fãs nos comentários (principalmente sabendo que houve um acordo)

Mas acho que a primeira história mesmo que envolvia meu gosto foi com relação à maquiagem do KISS supostamente copiada do Secos e Molhados. Respeito o Ney Matogrosso e o som deles, apesar de não conhecer muito, mas achei forçar a barra. Bom, neste post - http://emiliopacheco.blogspot.com/2006/03/secos-molhados-e-kiss-fim-de-polmica.html - há uma avaliação bem documentada deste conflito e, aparentemente, o KISS sai limpo na história. Ou melhor, ambos os grupos.

Me deparei também, com um fatídico vídeo no Youtube comparando o último disco do Metallica, o bom Death Magnetic, com músicas antigas. Tudo bem, algumas são apenas inspiração, mas tem alguns riffs apresentados que foram bem parecidos...



Outra banda amada que foi acusada de copiar a si mesma foi o Dream Theater, com o A Dramatic Turn of Events, supostamente, rearranjo do Images and Words. Eu, particularmente, não acho tão parecido assim, talvez o conteúdo, abrangindo músicas mais calmas e músicas maiores, possa lembrar, mas prefiro o Images and Words.Pelo que li em um site, o artigo original apontando a cópia veio desse post: http://www.facebook.com/note.php?note_id=10150771825130184 com uma resposta do Portnoy aqui http://www.mikeportnoy.com/forum/tm.aspx?high=&m=2666577&mpage=100#2706658. Li uma entrevista da própria banda falando (confira), obviamente, que não foi uma simples reinvenção da roda... O que agravaria essa situação é o fato de o Portnoy, ex-baterista, ter composto no primeiro disco, e, agora que está fora, ter sido "plagiado". Pretendo fazer uma análise mais apurada deste novo álbum (vou editar este post: A dramatic turn of events - A vida pós Portnoy), com senso crítico para achar as semelhanças apontada pelo colega. O que apurei até agora foi que o final de Breaking all Illusions me faz lembrar de Octavarium... E, finalmente, ainda insisto, esse disco novo não tem o viés revolucionário que eu sinto no Images and Words, aquela sensação de "porra, isso aqui é algo épico".

Essas discussões de novo x antigo são bem freqüentes. O antigo que é bom, o novo se limita a cópia do antigo ou porcaria que ficou comercial. O que acontece são muitos exageros de fãs, que falam isso como malucos em comentários no Youtube. Uma banda muito injustiçada é o Helloween, que é tratada praticamente como um Justin Bieber do metal, alvo de muito bullying nos negativos e comentários no Youtube, o que acho desnecessário, tudo bem, mudou o vocalista, mudou a pegada, mas tem algumas coisas boas no Helloween novo. E eu desafio esses haters a trocar uma hora de Helloween novo por 1 hora de Michel Teló... Eu até entendo esse preconceito com coisas novas,eu mesmo tenho muito. O antigo, não tinha nada pra comparar e, de repente, vem algo novo e aquilo é agradável, vira épico. Malandro foi o Renato Russo que morreu cedo pra não ouvir essas declarações do tipo se cria algo, é lixo, se não cria, é mais do mesmo, se some, é sacanagem com os fãs...

Voltando aos plágios, comecei, então, a ver referências em tudo. Tem uma música do Avenged Sevenfold que lembra muito uma do Kamelot, uma música  do Korzus com uma pontinha de Slipknot, e isso dá uma merda danada porque fã de thrash não admite qualquer comparação com nu metal (como pode ser visto nos comentários do vídeo do Korzus)... O Avenged mesmo tem uma referência bem clara,  à música Ride the Lightening, do Metallica, mas aí, é  plausível, bem provável de ser uma simples homenagem, já que é só o finalzinho ("This is now your life Die buried alive" x "Flash before my eyes, now its time to die"):



Então, eu vejo como homenagem mesmo. Já quanto à Save Me (2010), acho a base dela muito parecida com a de Center of the universe, do Kamelot (2005). Em especial, dá pra comparar vendo o fim da Center of the Universe e o começo de Save me:



O que me vem chateando mesmo é o fato de toda música do Coldplay ter uma historinha... Gosto muito de Coldplay, é um som que realmente me toca, mas é chato saber que aquela cadência já foi usada por alguém antes. Bom, diria que eles têm uma grande habilidade de melhorar as coisas, porque, em geral, as músicas originais me parecem bem desinteressantes (não é o caso do Satriani, reforçando).

E recentemente descobri que a batida inicial de Every Teardrop is a Waterfall veio de uma música chamada Going to Rio ...

 


...bom, não sei se essa teve a autorização explícita, o Chris contou sua historinha numa entrevista pra MTV (não vou achar essa entrevisa, provavelmente, mas foi nesse programa: Big Audio), uma pena, mas a gente não pode ser inconseqüente a ponto de ignorar essas coisas. E nada muda com relação à minha emoção frente à música deles, prova disso é que continuo gostando de Legião mesmo depois da quantidade de merda que foi dita à respeito e dos anos que se passaram. Por outro lado, a música Talk possui a batida exata da Computer Love, do Kraftwerk. Mas, neste caso, o uso foi autorizado. Eu li alguma coisa a respeito da Strawberry Swing, não o clipe, mas a música em si, seria parecida com a batida de um rap, mas não encontrei mais isso. Apenas encontrei acusações sobre o clipe, que por sinal é muito bonito. E, talvez tentando pegar esse desespero em processar o Coldplay, um compositor acusa de três dos maiores clássicos: Clocks, Trouble e Yellow.

Por fim, deixo aqui o que me motivou a escrever este digníssimo post, o estopim. Mais uma vez, lendo a porcaria dos comentários, dessa vez da música Wasted Time do Edguy, vi uma referência à Anya, do Deep Purple. São duas grandes bandas, apesar de eu gostar mais do Edguy...



Então, até o Edguy?!

OBS: Ainda está em modo de rascunho porque estou sem youtube, coloquei o que dava, mas as outras, prefiro analisar melhor.

15 de dez de 2011

Ensaios Filo-Filosóficos

INTERNET: COMO COLOCAR A FACILIDADE E A DISTRAÇÃO NO MESMO LUGAR

Internet: seu anjo e seu demônio, ao mesmo tempo

Então veio a internet e facilitou a vida de todo mundo. Imagine fazer seu trabalho sem Google, Wikipédia, mesmo para acessar livros, poder acessar acervo de bibliotecas online, comprar livros pela internet... Mas, ao mesmo tempo, enquanto sentado nesta cadeira, encarando esta telinha, você é arrastado a entrar em páginas que vão diminuir a eficiência do trabalho: facebook, tumblr, twitter, 9gag... O computador tem um poder unificador: pode servir como televisão, rádio, telefone e por aí vai (gibi...). A diferença é que, antigamente, você deixava de assistir à televisão e sentava e estudava. Se estivesse na televisão, estava assinando que ia vagabundear. Estava bem claro na mente. Lembro de uma vez que deixei de ver o episódio da insígnea do trovão do Pokemon na casa do grande amigo Fernando para estudar. Então, por mais que fosse tentador ir para a TV, o video game, bastava desligá-los e se focar. Sim, é possível assistir a um programa e estudar, mas a atenção para um dos dois é bem diminuída. Isso acontece quando tento ver futebol ou fórmula 1 enquanto estudo, se eu tiver num ritmo bom, o foco no estudos é bom, e eu só presto atenção na telinha quando a narração mostra alguma empolgação, ou seja, lances de chance de gol ou alguma ultrapassagem. Mas, se for parar pra pensar, é só isso que interessa mesmo... Entretanto, sem um ritmo bom, os estudos ficam "difíceis" e qualquer 0x0 entediante se torna bem interessante (taí uma maneira de dar um caldo para jogos chatos, saca o livro de arquitetura de computadores).



Já com o computador conectado à internet, você tem ali a necessidade de ligá-lo por conta dos PDFs e da internet que pode tirar qualquer dúvida que porventura apareça. Mas, a menos de uma aba, você abre suas distrações que já estão logadas e pronto, a eficiência vai pro espaço. Aí, é aquele ciclo, que inclui reclamar do trabalho no twitter, tirar print screen/foto de alguma coisa relacionada à canseira do trabalho e tudo isso demora pra ser quebrado e, de novo, voltar ao ritmo. E não adianta, você sabe que não tem nada de novo a partir de certo ponto, mas fica descendo e revendo coisas inúteis. Devo notar que até mesmo a eficiência deste blog anda comprometida. E ai a palavra da moda é PROCRASTINAÇÃO.

"De acordo com pesquisa da consultoria Triad Consulting, os brasileiros dedicam apenas 1/3 do seu dia para atividades realmente importantes. " Exame
1/3? Antes fosse... Que utopia... Aí você pensa, ó cá, desligo a internet e sou feliz. E, então, de 5 em 5 minutos, você sente necessidade de acessar o Google, de ver um email explicativo. O que faço, às vezes, é ir anotando as dúvidas e só plugar o cabo da internet quando estiver impraticável. E isso funciona relativamente bem, o que me faz pensar em permanecer sem internet sem fio aqui. Eu vou acabar colocando (principalmente no verão, que aqui, onde fica o cabo, é quente demais, é bom ficar na varanda, onde se toma um vento), será que vou conseguir controlar? Analisando, eu conseguiria, mas se com o cabo, acontecem essas coisas, porque não aconteceriam sem? Só pelo fato de a mesa de estudos ser mais espaçosa, vou conseguir me focar? Só o tempo dirá... Meu anjinho otimista diz que sim, meu capetinha procrastinador diz que não.


9 de dez de 2011

Onibus explode na Linha Amarela e fode todo o Rio de Janeiro



Ontem foi um dia épico. De chuva, de ônibus desviando pela Suburbana, pela Geremário, de chegar hoje em casa, ir comprar o jornal pra saber o que ouve, cair de bicicleta e enfaixar o braço.

A tradição do Dezembro Astral se manteve (Eu e meu historico de quedas em dezembro: 2008, 2010 e 2011)




Caí com essa música na cabeça hehehe


Mas, deixo aqui a vaquinha da Freguesia. Pra lembrarmos que, apesar de Dezembro estar sendo uma droga, ainda tem coisas legais ...

Localizada na Avenida Geremário Dantas, próximo ao Rancho Verde

Quem sou eu

Raphael Fernandes
Carioca, Brasileiro, Estudante de Robótica
Hiperativo, Imperativo
Gosto de tecnologia, de transporte, de Rock, de reclamar e de propagandas criativas (e outras coisas que posso ter falado em um post ou não)
Musicalmente falando, sou assim.

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