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12 de dez. de 2015
Lembranças
Elvis - Always On My Mind
Maybe I didn't treat you
Quite as good as I should
Maybe I didn't love you
Quite as often as I could
Little things I should have said and done
I never took the time
You were always on my mind
You were always on my mind
Maybe I didn't hold you
All those lonely, lonely times
And I guess I never told you
I'm so happy that you're mine
If I make you feel second best
I'm so sorry I was blind
You were always on my mind
You were always on my mind
Tell me, tell me that your sweet love hasn't died
Give me, one more chance to keep you satisfied, satisfied
Little things I should have said and done
I just never took the time
You were always on my mind
You are always on my mind
Tell me, tell me that your sweet love hasn't died
Give me, one more chance to keep you satisfied
You were always on my mind
You were always on my mind
You were always on my mind
You were always on my mind
You were always on my mind
You were always on my mind
Maybe I didn't treat you
Quite as good as I should
Maybe I didn't love you
Quite as often as I could
Maybe I didn't hold you
All those lonely, lonely times
And I guess I never told you
I'm so happy that you're mine
1 de dez. de 2015
Direito dos Deficientes e novo clipe do Coldplay
A alegria da semana foi saber que a campanha contra o direito dos deficientes era realmente um plano de publicidade. Segui o link, na esperança que seria uma campanha usando psicologia reversa ou algo assim, para chamar a atenção e, no fim, sensibilizar as pessoas (um pouco como esta campanha contra o racismo). Assim que vi, não pode deixar de pensar na semelhança com o logo do Ubuntu.
Nós sabemos que vocês ficaram chocados com as revindicações feitas pelo movimento.Uma excelente notícia. E pensar que deve ter realmente gente que pensa como a página supostamente pensaria...
E esse choque, é o nosso alívio.
O desrespeito que aconteceu na internet durou só um dia, mas as pessoas com deficiência enfrentam essa afronta todos os dias.
Esperamos que cada um que se revoltou, na internet, seja uma VOZ REAL na luta pelos nossos direitos. Que não se calem ao ver uma pessoa com deficiência sendo desrespeitada ou discriminada.
Denunciem! Não se revoltem somente nas redes sociais.
Ainda esses dias, tive uma decepção com o José Serra (que seria meu candidato a Presidência se não fosse a politicagem em favor do Aécio como oposição "para ganhar"), que fez uma declaração infeliz sobre a abertura da Avenida Paulista, aos fins de semana, para pedestres.
Infelizes são os paulistanos! Dilma na presidência e Haddad na prefeitura. Vocês sabiam que os níveis de despreparo para governar de ambos se equivalem? Somos infelizes ao quadrado! Hoje, domingo, fui visitar um amigo que mora perto da Avenida Paulista. A avenida foi fechada pelo prefeito, para lazer. E fica vazia, obviamente. No entorno dela, congestionamentos monumentais. Na ida, demorei meia hora para cruzar a Paulista. Na volta, mais quarenta minutos para sair do engarrafamento. Pensando bem a comparação com Haddad é injusta para Dilma
Um pensamento reacionário e egoísta, que teve a infelicidade de citar um dia de chuva, onde as pessoas naturalmente iam preferir ficar em casa, como sendo um dia típico que justificasse sua visão de que a Paulista deveria ser consumida pelos automóveis... Até no domingo. Vamos relaxar, porque domingo é dia de descanso. Por mim, todas as grandes avenidas deviam ter sua faixa central dedicada aos humanos, "fechadas" para carros e abertas para caminhadas, bicicletas, skates, crianças e quem quisesse aproveitar o descanso ao ar livre, vendo a cidade por outra perspectiva. Aqui no Rio, ainda estamos longe do impacto da Avenida Paulista, mas a Avenida Rio Branco já está se encaminhando para ser aberta para humanos aos domingos, esticando o Parque do Flamengo até a Praça Mauá, uma atitude simpática (que provavelmente será castigada por reacionários) no meio de cagadas do nosso Prefeitinho (como acabar os ônibus, fazer o passageiro andar mais e pegar ônibus mais cheios). No vídeo a seguir, podemos ver como pode ser legal a ocupação da rua por humanos, aconteceu na Estrada dos Três Rios, na Freguesia.
Já Haddad me faz ter uma visão positiva do PT no mar de cagadas que o resto do partido anda fazendo com o país, em especial, no que se refere às falcatruas. Não gosto do PT, mas tenho que admitir quando alguém desse partido acerta. Inclusive, recentemente, fiquei satisfeito com a posição do Molon com relação à diminuição da maioridade penal e mais satisfeito ainda por concordar com ele e ver ele saindo do PT. E eu gosto do PSDB, e o Serra tem minha preferência como o melhor dos candidatos a candidato, por ter maior afinidade com o FHC, um histórico mais rico que o Aécio e não ter um posicionamento tão flertante com o reacionário quanto o Aécio, talvez seduzido pelo calor da oposição, ou talvez por ser assim já naturalmente. Entretanto, parece que esse fogo por odiar o PT expôs esse lado lamentável do Serra. OK, na hora da raiva do engarrafamento, podemos ser injustos. Mas, ele, como pessoa pública e, principalmente, formador de opinião, deveria dosar mais os lados positivos e negativos, como o Pirulla. Ele poderia fazer como o nosso Presidente Eduardo Jorge e ir de transporte público, o melhor candidato a presidente que esse país nunca elegerá.
No Rio, uma das obras olímpicas está parada porque acabou o dinheiro e a responsável pela obra está demitindo todo mundo. Ué, mas as obras das Olimpíadas não eram quase todas bancadas pela iniciativa privada? Acabou o dinheiro do Governo do Estado, acabou a obra olímpica? Não tá fácil pra ninguém! Vi no RJTV 2a Edição.
Mas chega de desgraça, saiu o novo clipe do Coldplay. Lembrei imediatamente de Roar, da Katy Perry.
Achei a música OK, pode ser meu senso crítico saudosista falando, mas fico com a impressão que o "A Head Full of Dreams" vai ser muito mais pop. Acompanhei a chegada do Mylo Xyloto e acabei não gostando tanto e, por outro lado, ignorei totalmente a chegada do Ghost Stories e, quando descobri que ele já tinha sido lançado, ouvi e gostei muito. Por sinal, ainda estou na vibe dele, então, provavelmente é mais um motivo pra ter um pé atrás com o A Head... E nunca serão A rush of blood to the head.
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| dlç |
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17 de out. de 2015
Soundtrack to Apocalipse
Joy Division - Love will tear us apart
The Smiths - There is a lght that never goes out
Coldplay - True Love
David Bowie - Heroes
Raul Seixas - Ouro de Tolo
Van Halen - Dreams
CPM22 - Um minuto para o fim do mundo
The Smiths - There is a lght that never goes out
Coldplay - True Love
David Bowie - Heroes
Raul Seixas - Ouro de Tolo
Van Halen - Dreams
CPM22 - Um minuto para o fim do mundo
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8 de out. de 2013
Há vida nos anos 2000
É comum ter dificuldade em achar coisas boas para ouvir no presente e há uma tendência a nos apegarmos às coisas do passado. Não sei por que isso acontece, mas tenho umas suposições. Vou discorrer um pouco dessas suposições e depois vou mostrar a vida que floresce nos anos 2000, músicas que eu acho muito boas e que são dos anos 2000. (Para quem quiser pular o blablabla e ver a lista, clique aqui)
Um dos motivos para se apegar ao passado pode ser a zona de conforto de ouvir o que já é consagrado. Aliado a isso, como um vinho, às vezes a música precisa maturar. É difícil, pelo menos para mim, ouvir uma música sem saber se é nova ou velha, principalmente quando já conheço o artista. Quando ouço um trabalho novo, sempre sou crítico ou tolerante demais. Mas existe um lado que realmente pode estar piorando a qualidade da música, bandas novas acabam buscando se adaptar às novas tecnologias e ficam um misto entre o pop eletrônico e o pop rock que, para mim, acaba tirando a identidade da banda (Coldplay). Outras mais velhas acabam caindo no mais do mesmo, você ouve o som novo e acha ele O.K., mas apenas isso (Iron Maiden). Logo esquece e parte para outra.
O fato é que a relação entre as gravadoras e o ouvinte está completamente mudado. E os anos 2000 estão no auge dessa mudança, com a qual as gravadoras ainda não estão sabendo lidar bem. Enquanto a tendência com o uso da internet para compartilhamento de trabalho intelectual aumenta as possibilidades do ouvinte de buscar quase qualquer coisa, as gravadoras insistem em estratégias do tempo em que havia acesso a novidades de música só pelo trabalho das próprias gravadoras e há algumas baixas por conta disso. Por exemplo, hoje, a MTV mais se dedica à gravidez na adolescência do que à música em si. Infelizmente, algumas gravadoras preferem brigar com a internet do que se beneficiar dela, como os casos em que o vídeo é retirado do ar por violação dos direitos autorais, porque um usuário usou o vídeo com a música de fundo. Não é possível que os CEOs, nos seus escritórios, acham que o cara que faz um vídeo caseiro com uma música no fundo quer roubar dinheiro da gravadora. Há algumas gravadoras que, ao invés de tirar os vídeos do Youtube, permitem desde que esteja com uma propaganda do CD ao lado (eu acho que isso não funciona, mas ok, pelo menos o vídeo não sai do ar) e outras ao menos colocam um vídeo oficial (Vevo). Realmente me indigna que algumas gravadoras simplesmente não ponham a música no ar e não permitam qualquer uso da música. É uma atitude muito retrógrada.
Também pode ser a relação entre o ouvinte, o músico e a gravadora tenha mudado ao tempo em que a música se tornou mais um negócio que uma arte. E, quando o dinheiro manda mais, o músico se sente acuado e não faz o que gostaria de fazer e o cliente recebe algo que não é o que poderia estar recebendo. Acho que se perdeu espontaneidade no processo e, apesar da internet permitir amplo acesso de todos a artistas alternativos, a grande amplitude de opções acaba dificultando esses artistas de se tornarem famosos. Então, muitas vezes, a gravadora é a mediadora entre o sucesso local e o sucesso mais amplo, mas complica se a gravadora, com o argumento da pirataria, não tiver mais interesse. Outro detalhe é a presença multitarefa da música. Até pouco tempo, era preciso parar e apreciar a música, havia o hábito de ouvir rádio. Hoje, com a correria cada vez maior, a música é só um som ambiente para fazer outra coisa, em geral, ficar no computador ou dirigir. As rádios mesmo perderam seu papel de divulgação de discos e artistas.
No meu caso, hoje conheço mais artistas por recomendações de amigos, pela internet mesmo e por festivais que aconteçam por aqui, isto é, Rock in Rio e SWU. As gravadoras, rádios e músicos parecem ter tido sua época de bom rendimento, depois uma fase de excesso de poder das gravadoras e agora seu declínio, perante a grande rede de compartilhamento. O que será do futuro da música? Ficaremos com bandas cada vez mais locais? Como será o equilíbrio entre a criação de entretenimento e a liberdade de compartilhamento? Mas, apesar de todas essas mudanças, que modificam o nosso relacionamento com a música, apesar do saudosismo das décadas 80 e, agora, 90 (quem sabe, em breve, 2000 também!), existe coisa boa pra ouvir criada (e algumas até nascidas) nos anos 2000. Tá certo que não são coisas dos anos 2010 ainda (quem sabe um dia), mas eis aí alguns álbuns excelentes dos anos 2000, pra salvar a década, ou o século (ou o milênio!). Então aí estão os álbuns que eu selecionei respondendo às seguintes perguntas. Daqui a alguns anos, vou querer ouví-lo de novo? Alguma música me prendeu? O álbum pode ser destacado na carreira?
Esse disco que realmente mostrou o Coldplay para o mundo. Eu também gosto muito do anterior, mas esse tem alguns dos maiores sucessos, que eu sempre estarei procurando nos novos trabalhos, mas não sei se vou encontrar, pelos motivos expostos nos parágrafos anteriores. Destaque para In My Place, The Scientist e Clocks.
Depois de uma série de mais-do-mesmo, esse disco me pareceu ter uma sonoridade "das antigas". Destaques: Rock 'n' Roll Train, Skies on Fire, Stormy May Day e Black Ice.
No limite da década, está aí para honrá-la pois apesar de no limite, pertence a ela. Apesar do U2 ser uma banda dos anos 80, esse disco, dos anos 2000, tem algumas das minhas músicas favoritas. Destaque para Beautiful Day e Walk On.
Um álbum que contém Times Like These não pode ficar de fora, sendo ele dos anos 2000. Além dela, outra famosa e muito boa é All my Life.
Um álbum que prestigiou o tempo e demorou, mas se tornou muito marcante na carreira do Metallica. Por sinal, essa é uma das bandas que consegue continuar a cativar os fãs das antigas e novos fãs do estilo mais 'new metal', a tendência comercial dos dias de hoje. Destaques: The End of the Line, Broken, Beat & Scarred e All nightmare Long.
Já não dou o mesmo título de grande obra da carreira para esse disco, fico na situação "em cima do muro" entre o "ok, foi legal mas não coloco no patamar dos trabalhos antigos", pelo menos por enquanto. Tem músicas boas e que tive vontade de ouvir várias vezes, a homônima ao álbum e Dream Forever.
É um trabalho bem completo, com destaque para a baladinha Fare thee Well e as animadas Whipping Boy Blues e I Need You (Shine a Light).
Avenged Sevenfold é uma banda que me deixa em dúvida se é apenas um produto pop "puta revolts" (como bandas de metalcore em geral) ou se é uma boa banda que por acaso tem apego com as adolescentes. Mas, independente disso, gosto desse Nightmare e já adotei duas músicas do novo Hail to the King. Destaque para a participação do ex-baterista do Dream Theater, Mike Portnoy, e das músicas Nightmare, Buried Alive, God Hate Us e Fiction.
Porradaria, solos e tudo que um bom metal pode pedir. Destaque para Solitary Shell e The Test that Stumped them All.
Bom álbum de música suave, que fez sucesso graças a Harder to Breath, This Love e She Will be Loved, mas destaco também Must Get Out e Sunday Morning.
Não conheço a fundo a carreira do Megadeth, mas, tirando os clássicos dos anos 80, esse foi o disco que mais me chamou a atenção ouvindo a discografia, apesar de ser recente. Talvez tenha sido o resultado positivo da influência da gravadora no trabalho, pelo menos uma exceção. Destaques para Sudden Death, Public Enemy no 1, We The People e Fast Lane.
As bandas de metal sempre são acusadas de só fazer porcaria nos tempos recentes, em especial as de metal melódico. Apesar de ter gostado do A Twist in the Myth, este não me deu a mesma sensação de álbum épico como o A Night at The Opera. Destaques para Battlefield, Sadly Sings Destiny e And Then There Was Silence.
OK, sofri influência de TV e rádio para gostar desse, mas acredito que seja mesmo de qualidade. Também gostei do último disco, já mais recente e sem influência externa, o I'm with You, mas ainda não senti firmeza para dizer que é um álbum para a posteridade, mas o By The Way, sim, sinto isso. Destaque para By the Way, Dosed, The Zephyr Song e Can't Stop.
Este é um dos tantos discos que eu acabo gostando de todas as músicas, mas o mundo só conhece uma. O caso da "única música" deste disco é o Open Your Eyes, que tocou exaustivamente em rádio e até dá pra senti uma certa saudade, quando éramos obrigados a ouvir em espaços públicos coisas com qualidade ainda (não que não existisse eletroforró, funk, "divas" e pagodjenho em 2006). Mas gostei bastante de todas as músicas e acredito que seja um bom ícone do "britpop" dos anos 2000. Ou da música alternativa, como classifica o last.fm. Destaques: You're All I Have, It's Beggining to Get to Me, Headlights in Dark Roads e a Open Your Eyes.
Muita porradaria de qualidade para dividir os fãs entre Sepultura novo e os irmãos Cavalera. Destaque para as músicas Inflikted e Ultra-Violent.
Goo Goo Dolls também é muito conhecido por apenas uma música (Iris), mas tem muita coisa boa inexplorada, deixando-o, também, na categoria "alternativo". Meus destaques desse disco são Stay With You, Let Love In e Better Days.
Graças a uma música desse disco, muita gente deve ter começado a gostar de metal melódico. Trata-se da Fairy Tale, usada na novela O Beijo do Vampiro. O disco todo é excelente, provavelmente uma referência em metal melódico também lá fora, graças ao dedo do internacional André Matos. Além de Fairy Tale, destaco Ancient Minds/Here I Am, For Tomorrow, Ritual e Pride.
Dico de metal melódico com um certo teor pop que, ao contrário do A7x, não me provoca pulgas atrás da orelha. Destaque para Sacrifice, Matrix, Catch of The Century, Save Me e Superheroes.
Também as bandas de rock nacional dos anos 80 sempre são acusadas de "se venderem" para fazer tema de novela, mas destaco esse disco com duas boas músicas que fizeram sucesso, À sua maneira e Quatro vezes você.
Avantasia foi um projeto relativamente curto do vocalista do Edguy e que fez tanto sucesso que acabou permanecendo por mais tempo. Com relação aos discos anteriores, este me pareceu mais interessante e menos cansativo, mas sem sair da proposta da "metal opera". Destaques: Twisted Mind, The Scarecrow, Carry me Over, What kind of Love, Cry Just a Little e Lost in Space.
Mudvayne é uma das poucas bandas do chamado "new metal" que me soa natural e não "puta revolts". É som brutal pra bater cabeça e destaco as canções Determined, Happy?, Forget to Remember e All that You are.
Último trabalho do Slayer antes da morte do guitarrista Jeff Hanneman, de excelente qualidade no seu estilo thrash metal. Destaque para a música homônima ao disco.
Tem dois grandes sucessos da banda neste álbum de 2001, são eles Jaded e Fly Away From Here.
O Daft Punk, cuja música Get Lucky fez um sucesso absurdo esse ano, com méritos (e esperança na humanidade restaurada), já mostrou um trabalho bom com esse Discovery. Em matéria de consistência, ele é melhor que o Random Access Memories (da Get Lucky que foi a única que me chamou a atenção nele), com destaques para One More Time e 'Harder, Better, Faster, Stronger'.
Um bom disco desse artista que fez muita coisa boa nos anos 90. Já nos anos 2000, tem a música Where are We Runnin', do álbum Baptism (2001), mas nunca ouvi as músicas, então não posso julgá-lo. Vou destacar então esse último álbum que ouvi e me agradou muito e suas músicas Come and Get It, Rock Star City Life e Push.
Claro que faltou muita coisa ai, que eu não conheço o suficiente para criar um pequeno texto ou citar um disco, de Amy Winehouse a Krisiun, passando por Kaiser Chiefs, Franz Ferdinand e Bon Jovi (Misunderstood).
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| Foi o que eu achei procurando por "música anos 2000" no Google Imagens |
O fato é que a relação entre as gravadoras e o ouvinte está completamente mudado. E os anos 2000 estão no auge dessa mudança, com a qual as gravadoras ainda não estão sabendo lidar bem. Enquanto a tendência com o uso da internet para compartilhamento de trabalho intelectual aumenta as possibilidades do ouvinte de buscar quase qualquer coisa, as gravadoras insistem em estratégias do tempo em que havia acesso a novidades de música só pelo trabalho das próprias gravadoras e há algumas baixas por conta disso. Por exemplo, hoje, a MTV mais se dedica à gravidez na adolescência do que à música em si. Infelizmente, algumas gravadoras preferem brigar com a internet do que se beneficiar dela, como os casos em que o vídeo é retirado do ar por violação dos direitos autorais, porque um usuário usou o vídeo com a música de fundo. Não é possível que os CEOs, nos seus escritórios, acham que o cara que faz um vídeo caseiro com uma música no fundo quer roubar dinheiro da gravadora. Há algumas gravadoras que, ao invés de tirar os vídeos do Youtube, permitem desde que esteja com uma propaganda do CD ao lado (eu acho que isso não funciona, mas ok, pelo menos o vídeo não sai do ar) e outras ao menos colocam um vídeo oficial (Vevo). Realmente me indigna que algumas gravadoras simplesmente não ponham a música no ar e não permitam qualquer uso da música. É uma atitude muito retrógrada.
Também pode ser a relação entre o ouvinte, o músico e a gravadora tenha mudado ao tempo em que a música se tornou mais um negócio que uma arte. E, quando o dinheiro manda mais, o músico se sente acuado e não faz o que gostaria de fazer e o cliente recebe algo que não é o que poderia estar recebendo. Acho que se perdeu espontaneidade no processo e, apesar da internet permitir amplo acesso de todos a artistas alternativos, a grande amplitude de opções acaba dificultando esses artistas de se tornarem famosos. Então, muitas vezes, a gravadora é a mediadora entre o sucesso local e o sucesso mais amplo, mas complica se a gravadora, com o argumento da pirataria, não tiver mais interesse. Outro detalhe é a presença multitarefa da música. Até pouco tempo, era preciso parar e apreciar a música, havia o hábito de ouvir rádio. Hoje, com a correria cada vez maior, a música é só um som ambiente para fazer outra coisa, em geral, ficar no computador ou dirigir. As rádios mesmo perderam seu papel de divulgação de discos e artistas.
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| "Rock anos 2000" no Google Imagens Isso já está me atrapalhando, não cogitava citar Linkin Park nem Amy Winehouse no post |
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| Coldplay - A Rush of Blood the the Head (2002) |
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| Ac/Dc - Black Ice (2008) |
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| U2 - All That You Can't Leave Behind (2000) |
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| Foo Fighters - One by One (2002) |
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| Metallica - Death Magnetic (2008) |
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| Sebastian Bach - Kicking and Screaming (2011) |
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| Whitesnake - Forevermore (2011) |
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| Avenged Sevenfold - Nightmare (2010) |
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| Dream Theater - Six Degrees of Inner Turbulence (2002) |
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| Maroon 5 - Songs about Jane (2002) |
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| Megadeth - Th1rt3en (2011) |
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| Blind Guardian - A Night at the Opera (2002) |
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| Red Hot Chili Peppers - By The Way (2002) |
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| Snow Patrol - Eyes Open (2006) |
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| Cavalera Conspiracy - Inflikted (2008) |
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| Goo Goo Dolls - Let Love In (2006) |
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| Shaman - Ritual (2002) |
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| Edguy - Rocket Ride (2006) |
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| Capital Inicial - Rosas & Vinho Tinto (2002) |
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| Avantasia - The Scarecrow (2008) |
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| Mudvayne - Lost and Found (2005) |
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| Slayer - World Painted Blood (2009) |
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| Aerosmith - Just (2001) |
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| Daft Punk - Discovery (2001) |
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| Lenny Kravitz - Black And White America (2011) |
Claro que faltou muita coisa ai, que eu não conheço o suficiente para criar um pequeno texto ou citar um disco, de Amy Winehouse a Krisiun, passando por Kaiser Chiefs, Franz Ferdinand e Bon Jovi (Misunderstood).
23 de set. de 2013
Rock in Rio 2013 - dia 22
Aproveitem enquanto os vídeos estão funcionando, porque já já, tiram tudo do ar :(
Andre Matos e Viper – O Andre Matos mandou muito bem, e mostrou que é uma estrela internacional. Cantou clássicos do Angra e Fairy Tale, a famosa música que tocou na novela Beijo do Vampiro, e que deve ter iniciado muita gente ao metal melódico. A galera pediu Palco Mundo para ele. Depois, ao se juntar ao Viper, já achei meio chato, é um estilo diferente, mais seco, mas de boa qualidade. Destaque para a versão de We Will Rock You, do Queen, com uma pegada bem mais veloz e pesada, ressaltando a importância dessa banda para o rock, e também para o metal, apesar de alguns metaleiros não darem o devido valor.
Andre Matos e Viper – O Andre Matos mandou muito bem, e mostrou que é uma estrela internacional. Cantou clássicos do Angra e Fairy Tale, a famosa música que tocou na novela Beijo do Vampiro, e que deve ter iniciado muita gente ao metal melódico. A galera pediu Palco Mundo para ele. Depois, ao se juntar ao Viper, já achei meio chato, é um estilo diferente, mais seco, mas de boa qualidade. Destaque para a versão de We Will Rock You, do Queen, com uma pegada bem mais veloz e pesada, ressaltando a importância dessa banda para o rock, e também para o metal, apesar de alguns metaleiros não darem o devido valor.
Destruction e Krisiun – Não conhecia
o Destruction e gostei bastante, apesar de ter alguns clichês do
trash metal, lembrando o Massacration, que incorpora vários clichês
do metal em sua brincadeira-séria, sendo a influência mais óbvia o
Manowar. Mas clichês à parte, o som da banda é muito bom e o
vocalista foi bem simpático (pediu caipirinha, mas só tinha
“cervicia”). O Krisiun também destruiu, com muito mais
violência, mostrando também que é uma potência internacional
nascida no Brasil.
Helloween – Outra banda representante
dos clichês metaleiros (dessa vez do metal melódico), mas ignorando
isso, o som é excelente e eles tocaram clássicos como Dr. Stein e
Future World e ainda prometeram show próprio para Novembro. E as
músicas novas, o vocalista conseguiu trazer a platéia para conhecer
e cantar refrões, sem dúvidas, muito hábil em lidar com o
público. Todos tocavam com alegria, brincando entre si.
Iron - O Bruce também é outro com imensa habilidade em lidar com o público e claro que o show foi excelente também. O Iron também conta com a habilidade de todos tocarem sorrindo e brincando, mesmo com 2 milhões de anos de idade.
Chega ao fim o Rock in Rio nesse dia de pedir caipirinha, bebê (Bruce e o vocalista do Destruction) e de homenagens aos que se foram. Tenho que agradecer por mostrar ao Brasil o metal brasileiro e fazer o noticiário citar bandas que para nós, fãs de metal, já são familiares há anos.
Kiara Rocks (???) - Eu tentei não ser
preconceituoso por eles cantarem em português, mas eles passaram
longe do metal. Pode até ser um avanço de tocarem algo mais pesado
que o “rock nacional” pop atual, mas me pareceu um Dibob um pouco
mais trabalhado, um monte de playboyzão. Desliguei a TV antes de começarem a vaiar, porque já estava ficando tenso o negócio. Descobri que o vocalista participou do Ídolos Astros. O show, entretanto, tinha uns trunfos convenientemente pensados pra evitar uma catástrofe: Paul Dianno (ex-vocalista do Iron Maiden) e ex-vocalista do Chorão, mas basicamente a força do Paul salvou o show, com a ajuda dos covers. Tenho que tirar meu chapéu, claro, pra coragem da banda em estar no palco mundo, sujeito a se aborrecer com a plateia, e acho crueldade da organização permitir essas situações. Mas, por outro lado, uma banda desconhecida no Palco Mundo enquanto haverá algo promissor no Sunset (Sepultura com Zé Ramalho neste ano e Sepultura com Tambours du Bronx em 2011 contra o Glória) pode ajudar a valorizar o palco Sunset que, por ser secundário, acaba ficando menos vazio. O palco Sunset dá mais liberdade para assistir e circular, conseguir chegar perto sem ter que chegar 11 da manhã pra segurar a grade, ou seja, é uma situação agradável para se assistir aos shows. Chegar minimamente perto do Palco Mundo requer dedicação quase que do dia inteiro (literalmente), então, quando esse tipo de coisas acontece, a platéia do palco Sunset agradece.
Por sinal, a parceria inesperada, nunca antes vista e sem fidelidade à turnê acaba sendo um show com característica do palco Sunset no palco Mundo.
Zépultura - A primeira metade do show foi dominada pelo Sepultura, com som pesado, com cara mesmo de Sepultura, sem limites, bom pra cacete. Tocaram músicas "lado B" com porradaria total. Com a presença do Zé Ramalho, o peso diminuiu, mas não se extinguiu, como prometeu o Andreas, o Sepultura ia manter suas características. E o Zé Ramalho cantou suas músicas com o peso do Sepultura atrás, fazendo o metal em português da noite. É um sério candidato a ser um dos shows do palco Mundo de 2015. Zé Ramalho mostrou que é um grande artista, disposto a sair de sua zona de conforto e encarar uma platéia exigente, enfim, disposto em ampliar seus horizontes. Está de parabéns assim como o Sepultura. Ah, e o Andreas cantou muito bem Da Lama Ao Caos, em homenagem ao Chico Science, num resultado excelente.
Zépultura - A primeira metade do show foi dominada pelo Sepultura, com som pesado, com cara mesmo de Sepultura, sem limites, bom pra cacete. Tocaram músicas "lado B" com porradaria total. Com a presença do Zé Ramalho, o peso diminuiu, mas não se extinguiu, como prometeu o Andreas, o Sepultura ia manter suas características. E o Zé Ramalho cantou suas músicas com o peso do Sepultura atrás, fazendo o metal em português da noite. É um sério candidato a ser um dos shows do palco Mundo de 2015. Zé Ramalho mostrou que é um grande artista, disposto a sair de sua zona de conforto e encarar uma platéia exigente, enfim, disposto em ampliar seus horizontes. Está de parabéns assim como o Sepultura. Ah, e o Andreas cantou muito bem Da Lama Ao Caos, em homenagem ao Chico Science, num resultado excelente.
Slayer - Fizeram um show "pra cumprir tabela", aparentemente ainda estão sentindo a morte do líder. Fizeram homenagem a ele.
A7x - Confesso que tenho minha implicância com essa banda, me parecendo uma banda pop adolescente, pode ser meu lado hipster falando ou eles serem realmente "puta revolts". Mas o show foi bom e, assim como o Helloween, o vocalista soube lidar com o público, até para trazê-lo para as músicas novas. Também houve homenagem a um membro falecido, na música Fiction. O novo baterista é magrinho, se difere da maioria dos bateristas fortes porque haja braço nesse dia.
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| Angel of Death Hanneman Still Reigning |
A7x - Confesso que tenho minha implicância com essa banda, me parecendo uma banda pop adolescente, pode ser meu lado hipster falando ou eles serem realmente "puta revolts". Mas o show foi bom e, assim como o Helloween, o vocalista soube lidar com o público, até para trazê-lo para as músicas novas. Também houve homenagem a um membro falecido, na música Fiction. O novo baterista é magrinho, se difere da maioria dos bateristas fortes porque haja braço nesse dia.
Iron - O Bruce também é outro com imensa habilidade em lidar com o público e claro que o show foi excelente também. O Iron também conta com a habilidade de todos tocarem sorrindo e brincando, mesmo com 2 milhões de anos de idade.
Chega ao fim o Rock in Rio nesse dia de pedir caipirinha, bebê (Bruce e o vocalista do Destruction) e de homenagens aos que se foram. Tenho que agradecer por mostrar ao Brasil o metal brasileiro e fazer o noticiário citar bandas que para nós, fãs de metal, já são familiares há anos.
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rock in rio 2013
22 de set. de 2013
Rock in Rio 2013 - dias 20 e 21
John Bon Jovi não é mais o mesmo ("só foi bom jovem"), sua voz não alcança mais os consagrados agudos, mas continua sendo um bom show. Tirando a bobagem da fã huebr que foi chamada ao palco, foi legal.
O Ivo Meirelles fez seu "protesto" com mascarados no palco. Ao contrário do Capital Inicial e do Detonautas, que se mostraram interessados na participação popular nos protestos, o Ivo sim me pareceu muito oportunista. Sobre o Capital e o Detonautas, transcrevo o que comentei na seguinte postagem no facebook.
O Dinho pode não se expressar bem, mas o Aborto Elétrico, quando ele ainda era uma criança, apanhou da polícia e fazia música de protesto. Então, pelo menos alguns membros [de sua banda] já protestavam (muito) antes de "ser modinha". Sobre o Detonautas, tb acho que estejam dando uma boa contribuição.
O Ivo Meirelles fez seu "protesto" com mascarados no palco. Ao contrário do Capital Inicial e do Detonautas, que se mostraram interessados na participação popular nos protestos, o Ivo sim me pareceu muito oportunista. Sobre o Capital e o Detonautas, transcrevo o que comentei na seguinte postagem no facebook.
O Dinho pode não se expressar bem, mas o Aborto Elétrico, quando ele ainda era uma criança, apanhou da polícia e fazia música de protesto. Então, pelo menos alguns membros [de sua banda] já protestavam (muito) antes de "ser modinha". Sobre o Detonautas, tb acho que estejam dando uma boa contribuição.
Já o Ivo já se envolveu em confusão pela presidência da Mangueira e nunca demonstrou estar preocupado com os problemas de sua comunidade ou da política em geral. E, sobre o Jota Quest, não acho que estejam lá muito ligados com a situação política do país, mas lembrar o acontecido já é um bom caminho para lembrar às pessoas (não só as que estavam por lá, mas todas as milhares de pessoas acompanhando pela TV e internet) que é preciso manter-se ativo. Autopromoção? Talvez, mas melhor que fazer campanha em defesa do Genuíno.
É bom lembrar que no dia 21, houve a participação do único presente em todas as edições: Pepeu Gomes (não consegui descobrir se são só as edições no Rio ou todas todas mesmo, porque minha fonte era um tweet). E, hoje, 14:30, estarei com a TV ligada no #Multishow para acompanhar o André Matos! Hoje é o dia que eu iria, se tivesse sido sorteado com uma conexão bem sucedida entre meu computador e o servidor do Rock in Rio.
É bom lembrar que no dia 21, houve a participação do único presente em todas as edições: Pepeu Gomes (não consegui descobrir se são só as edições no Rio ou todas todas mesmo, porque minha fonte era um tweet). E, hoje, 14:30, estarei com a TV ligada no #Multishow para acompanhar o André Matos! Hoje é o dia que eu iria, se tivesse sido sorteado com uma conexão bem sucedida entre meu computador e o servidor do Rock in Rio.
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19 de set. de 2013
Rock in Rio 2013 - dia 19
O Dr. Sin, eu perdi. Vi um pedaço do Almah e do Hibria, e realmente, a emoção do vocalista do Hibria me contagiou. Ambas as bandas mandaram muito bem, o Hibria eu não conhecia e o Almah apresentou suas boas músicas. O Falaschi cantou Saint Seya no improviso, a pedido da galera. O Sebastian Bach foi decepcionante, a voz dele já não é a mesma (mesmo caso do Axl Rose e do Offspring... O tempo passa e as drogas são cruéis). O Robie Zoimbie também não conhecia, parece ser agradável, mas não prendeu muito minha atenção.
O Sepultura também me deu arrepios de emoção. É um sentimento de orgulho do metal brasileiro, eles lá, brasileiros, e com status de banda gringa, fazendo a galera vibrar, levando gente para o show especificamente por eles. E o que deu certo no palco Sunset, 2 anos atrás, o qual eu vi de perto, não podia dar errado no palco Mundo, prometendo ser, mais uma vez, o ponto alto de todo o evento. Destaque, claro para o Tambours du Bronx, dando um peso a mais, deixando o som especial.
Sobre o Ghost, confesso que só assisti pela TV até o final porque estava sem internet, porque foi muito monótono. Infelizmente, não se encaixou bem com o festival, mas gostei mais do teatro que da música em si. A bateria e o vacal não tinham muito peso, que ficou por conta das guitarras mesmo. Mas, apesar de não ter se encaixado direito, achei um pouco lamentável começarem a gritar Metallica no meio do show deles. Basicamente, a banda é composta de um cara vestido de padre com uma maquiagem muito foda e músicos vestidos de sobretudo e máscara de Darth Vader (não são identificados). É injusto falar que a banda é ruim, acho que fizeram bem seu papel e serão um dos destaques. Gostei mais pelo tom místico, não pelo peso.
Agora, é Alice in Chains e Metallica, vejo amanhã.
O Sepultura também me deu arrepios de emoção. É um sentimento de orgulho do metal brasileiro, eles lá, brasileiros, e com status de banda gringa, fazendo a galera vibrar, levando gente para o show especificamente por eles. E o que deu certo no palco Sunset, 2 anos atrás, o qual eu vi de perto, não podia dar errado no palco Mundo, prometendo ser, mais uma vez, o ponto alto de todo o evento. Destaque, claro para o Tambours du Bronx, dando um peso a mais, deixando o som especial.
Sobre o Ghost, confesso que só assisti pela TV até o final porque estava sem internet, porque foi muito monótono. Infelizmente, não se encaixou bem com o festival, mas gostei mais do teatro que da música em si. A bateria e o vacal não tinham muito peso, que ficou por conta das guitarras mesmo. Mas, apesar de não ter se encaixado direito, achei um pouco lamentável começarem a gritar Metallica no meio do show deles. Basicamente, a banda é composta de um cara vestido de padre com uma maquiagem muito foda e músicos vestidos de sobretudo e máscara de Darth Vader (não são identificados). É injusto falar que a banda é ruim, acho que fizeram bem seu papel e serão um dos destaques. Gostei mais pelo tom místico, não pelo peso.
Agora, é Alice in Chains e Metallica, vejo amanhã.
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15 de set. de 2013
Rock in Rio 2013 - dia 15
Kimbra e Olodum, leia-se, o baterista é do Olodum... E só... Acho que o "bate lata" do Olodum não vai encaixar com essa cantora (bem chata, por sinal), mas é só a bateria tradicional... Tocada por algum componente do Olodum.
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14 de set. de 2013
Rock in Rio 2013 - dia 14
Detonautas mandou muito bem no show de tributo ao Raul Seixas, com direito a "Ei, Cabal, vai tomar no cu" da plateia, que acabou crescendo, após o Tico Santa Cruz abrir um silêncio pra galera se manifestar. A escolha das músicas do show veio bem a calhar com o clima de manifestações, como Ouro de Tolo e Sociedade Alternativa. Antes ainda, teve um pouco de Ramones no palco Sunset.
O Offspring teve uma bela passagem de som, com a produção passando umas músicas do Kiss e do Nirvana, entre outros. O show mesmo começou mais ou menos, mas foi pegando ritmo e lotou o palco Sunset.
Agora, conheci o tal do Saints of Valory, que até agora parecia ser uma banda formada para o Rock in Rio, sensação que tive ao procurar no google e só vir informações da banda sobre o próprio Rock in Rio. É um som bem legal, lembra aí White Lies, uma coisa mais da (minha) linha Coldplay, mas mais agitado.
Talvez assista ao Muse depois (até pra conhecer).
O Offspring teve uma bela passagem de som, com a produção passando umas músicas do Kiss e do Nirvana, entre outros. O show mesmo começou mais ou menos, mas foi pegando ritmo e lotou o palco Sunset.
Agora, conheci o tal do Saints of Valory, que até agora parecia ser uma banda formada para o Rock in Rio, sensação que tive ao procurar no google e só vir informações da banda sobre o próprio Rock in Rio. É um som bem legal, lembra aí White Lies, uma coisa mais da (minha) linha Coldplay, mas mais agitado.
Talvez assista ao Muse depois (até pra conhecer).
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Rock in Rio - Dia 13 (adendo)
Ivete cantou Love of My Life e os revoltadinhos já reclamaram... Acho um gesto simpático da parte dela (mesmo não gostando das versões) em cantar algo de real rock no evento, quando ela poderia somente cantar Axé que é o motivo pelo qual as pessoas vão ao show dela. As versões não ficam legais, mas parabenizo pela divulgação ao rock.
Vi gente criticando o David Guetta por agir como DJ... OK, é meio ridículo um cara lá no alto balançando o braço e tocando um player no computador. Mas isso é ridículo em geral, e não no caso específico do Rock in Rio, talvez o que tenha incomodado as pessoas tenha sido a distância maior que o usual entre o DJ e a turma. E outra coisa, ele lá em cima dançando, não é justamente a mesma coisa que as divas estão fazendo? Tipo, não há uma banda, e há quem ponha em dúvida até se estão cantando... Ele dança sozinho, em vez de ter toda uma equipe de coreografia, e aí? A propósito, não gostei da música sendo pausada pro pessoal cantar.
Enquanto a Ivete homenageava o lado rock do Rock in Rio, a B&oc (que está com a 'doença' do Michael Jackson, ficando branca) favelizou de vez o evento tocando Ah Lelek Lek (valorizando o lado "Rio" ca ca ca). Aí já foi longe demais... O Rock in Rio nunca foi genuinamente de Rock, mas sempre teve o seu lado rock (esse ano, tem pelo menos 2 dias só com rock purinho). Aceitemos o axé, o pop... Agora, funk não! Devia passar por várias etapas de aceitação antes de chegar a esse lixo. Cadê o sertanejo, o eletroforró e o pagode?
A homenagem ao Cazuza foi bem válida, infelizmente sempre calham de fazer essas homenagens com os amiguinhos do Medina (ou seja lá qual for o motivo deles estarem em TODOS os RiR), e particularmente, odeio as vozes do Skank e Jota Quest. E suporto a do Dinho, por conta do Capital Inicial, mas geralmente não gosto dele cantando outras músicas.
Vi gente criticando o David Guetta por agir como DJ... OK, é meio ridículo um cara lá no alto balançando o braço e tocando um player no computador. Mas isso é ridículo em geral, e não no caso específico do Rock in Rio, talvez o que tenha incomodado as pessoas tenha sido a distância maior que o usual entre o DJ e a turma. E outra coisa, ele lá em cima dançando, não é justamente a mesma coisa que as divas estão fazendo? Tipo, não há uma banda, e há quem ponha em dúvida até se estão cantando... Ele dança sozinho, em vez de ter toda uma equipe de coreografia, e aí? A propósito, não gostei da música sendo pausada pro pessoal cantar.
Enquanto a Ivete homenageava o lado rock do Rock in Rio, a B&oc (que está com a 'doença' do Michael Jackson, ficando branca) favelizou de vez o evento tocando Ah Lelek Lek (valorizando o lado "Rio" ca ca ca). Aí já foi longe demais... O Rock in Rio nunca foi genuinamente de Rock, mas sempre teve o seu lado rock (esse ano, tem pelo menos 2 dias só com rock purinho). Aceitemos o axé, o pop... Agora, funk não! Devia passar por várias etapas de aceitação antes de chegar a esse lixo. Cadê o sertanejo, o eletroforró e o pagode?
A homenagem ao Cazuza foi bem válida, infelizmente sempre calham de fazer essas homenagens com os amiguinhos do Medina (ou seja lá qual for o motivo deles estarem em TODOS os RiR), e particularmente, odeio as vozes do Skank e Jota Quest. E suporto a do Dinho, por conta do Capital Inicial, mas geralmente não gosto dele cantando outras músicas.
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13 de set. de 2013
Rock in Rio 2013 - Dia 13
Tive uma boa surpresa com a programação do Rock in Rio de hoje (dia da farofa, com Beyoncê de Belém e Ivete Sangalo) e acho que é uma banda que está sendo pouco aproveitada pelo público dessa turma. A banda é a Living Colour e se apresentou no bom palco Sunset. Os falsetes do vocalistas são bem exagerados, mas o som da banda é muito bom.
Mas tem um lado bom da banda não estar muito adequada ao dia da farofa, ao menos mostra um pouco do bom som pra massa e, já que a maior parte do tempo, os roqueiros que engolem Ivete e B&ocê, hoje eles vão engolir um pouquinho de guitarras distorcidas.
Mas tem um lado bom da banda não estar muito adequada ao dia da farofa, ao menos mostra um pouco do bom som pra massa e, já que a maior parte do tempo, os roqueiros que engolem Ivete e B&ocê, hoje eles vão engolir um pouquinho de guitarras distorcidas.
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22 de jun. de 2013
1 de jan. de 2013
Início e Fim
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11 de dez. de 2012
Bandas e suas músicas
O que toca na minha cabeça quando vejo uma camisa/adesivo da banda...
Iron Maiden
The Trooper
Los HerManos
Ana Júlia
Uou uou uouuu
Angra
Hunters and Prey
Ou talvez seja Carry On...
The Police
Lady Gaga
Slayer
Deveria ser Raining Blood, mas acabou sendo essa...
Black Sabbath
Foi essa...
Mas ela não é do Black Sabbath em si, então fico com a segunda que tocou na minha cabeça, logo depois...
Iron Maiden
The Trooper
Los HerManos
Ana Júlia
Angra
Ou talvez seja Carry On...
The Police
Mas ela não é do Black Sabbath em si, então fico com a segunda que tocou na minha cabeça, logo depois...
8 de dez. de 2012
Partitura - Noite Feliz
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11 de nov. de 2012
Lenny Kravitz x The Offspring
Gotta Get Away x Stand Notei uma batida similar hein
26 de ago. de 2012
Troca-troca nas músicas do celular
Sai KISS - Crazy Nights, entra Hall & Oates - The Essential Collection
Sai Keane - Hopes and Fears, entra The Beatles - Sgt. Peppers Lonelly Hearts Club Band
Sai Mudvayne - L.D., entra Michael Jackson - Thriller
Sai Machine Head - Unto the Locust, entra American Psycho Featured Music
Tenho que fazer justiça aqui ao Unto the Locust, é um excelente álbum que conheci nessa última safra de músicas para conhecer. A do Keane é muito boa, mas to sem ouvir faz um tempão e provavelmente amanhã ficarei com vontade de ouvir.
Baixando New Order, Phil Collins e Genesis, em breve mas troca-troca...
#ao som de : Hall & Oates (So Close, Say It isn't so e Everithing Your heart desires)
Sai Keane - Hopes and Fears, entra The Beatles - Sgt. Peppers Lonelly Hearts Club Band
Sai Mudvayne - L.D., entra Michael Jackson - Thriller
Sai Machine Head - Unto the Locust, entra American Psycho Featured Music
Tenho que fazer justiça aqui ao Unto the Locust, é um excelente álbum que conheci nessa última safra de músicas para conhecer. A do Keane é muito boa, mas to sem ouvir faz um tempão e provavelmente amanhã ficarei com vontade de ouvir.
Baixando New Order, Phil Collins e Genesis, em breve mas troca-troca...
#ao som de : Hall & Oates (So Close, Say It isn't so e Everithing Your heart desires)
9 de mai. de 2012
Ainda dizem que metal é depressivo...
Cause a day will turn into night
And... the... spirits will rise
Hold your breath, keep your eyes wide open
Now you see: the night is so clear
And you feel: the spirits are here
Running free, running free without fear,
You'll find a way
To the brightest light...
4 de fev. de 2012
Removendo delay de gravação no Audacity para Windows
Somando ao post anterior sobre Audacity, vim complementar algumas informações. Deste vez, estou usando o Windows.
Bom, para usar o plug do microfone, não pûde usar uma opção direto no Audacity, então tive que ir no Gerenciador de Dispositivos de Gravação e alterar qual a fonte de entrada, do microfone interno do laptop para o "microfone" plugado, que na verdade, é a saída do teclado, plugada.
Quando ouvi o que tocava, simultaneamente, percebi que havia um pequeno delay. Descobri que era possível corrigir isto com a ferramenta Deslizar, logo ao lado do botão de gravar.
Toquei qualquer coisa e fiz uma pequena movimentação na linha do tempo. Com ajustes finos, é possível ouvir o que se toca.
Fontes: http://audacity.sourceforge.net/manual-1.2/toolbar.html#timeshift
Posts relacionados: Gravando Som de Teclado com Audacity
Palavras-chave: remove delay audacity windows record
Bom, para usar o plug do microfone, não pûde usar uma opção direto no Audacity, então tive que ir no Gerenciador de Dispositivos de Gravação e alterar qual a fonte de entrada, do microfone interno do laptop para o "microfone" plugado, que na verdade, é a saída do teclado, plugada.
Quando ouvi o que tocava, simultaneamente, percebi que havia um pequeno delay. Descobri que era possível corrigir isto com a ferramenta Deslizar, logo ao lado do botão de gravar.
Fontes: http://audacity.sourceforge.net/manual-1.2/toolbar.html#timeshift
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Palavras-chave: remove delay audacity windows record
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Mundo Pós-SOPA
Não é de hoje que penso em alternativas para o negócio da música. Sim, é um desafio muito grande, mas eu sou apenas uma cabeça cuja criatividade foi calejada por stress, períodos prolongados de fome e, principalmente, disciplinas da faculdade. Creio que os inúmeros funcionários de grandes gravadoras, os artistas e vários outros filósofos de boteco possam trazer algo de bom.
Às gravadoras, é preciso inovar. Uma inovação, com seu lado lamentável, é verdade, foi essa propaganda inconveniente nos vídeos do Youtube. Há muito terror contra a propaganda que acho irracional, até, desde que não atrapalhe o visual e o bem-estar. Essas propagandas são chatas, muitas vezes estamos vendo vídeos em seqüência e vem aquele troço quebrar a seqüência. Talvez fosse melhor algo visual, é algo como se tivesse um Gol no futebol e o narrador tivesse gritado GOOOOL oferecido pela Skol, Guanabara, Volkswagen, ÉÉÉÉ DO FLAMENGOO. Apesar de horrível, é uma inovação, e, com suas aberrações, estamos podendo ouvir na internet nossas músicas. Espero que não se arrependam disso e acabem com o Youtube também, ficaria bastante xatiadu. A merda é que você quer usar sua música favorita num video caseiro que nem 50 pessoas vão ver e não pode por causa dos tubarões direitos autorais te caçando. Resultado? Vídeos de trechos d'Os Simpsons na internet são mais raros que Chansey na graminha, e, se achar, é um vídeo ao contrário, de cabeça pra baixo, com aceleração, dublado em alemão (ou seria russo, já que na URSS, quem proibe a Fox de publicar vídeos com Sipsons é VOCÊ). Sim, essas técnicas para enganar os bots da pirataria tão se espalhando, algumas vezes isso é bem desagradável, quando ouço músicas com tons levemente elevados (já vi com Metallica e Coldplay) e a ausência de comentários falando disso me faz pensar se sou só eu que percebo isso....
O que estão fazendo atualmente é desespero, desespero pode significar: preguiça de pensar ou falta de idéias. O primeiro seria um pecado gravíssimo, digno do desprezo que está já se formando na internet. O segundo, acho que não possa ser verdade, dado o grande número de pessoas pagas para pensar pelos diretores. Algumas idéias surgiram, é verdade. Além da VEVO, temos o exemplo do iTunes, com a idéia de acabar com o custo do material (CD, transporte) e repassar apenas o custo intelectual e de produção, mais o lucro. Supostamente, esta idéia justamente tornou o mp3 popular, não tirei isso de uma fonte confiável, me corrijam se estiver errado (vi num documentário sobre Steve Jobbs). Temos também o Radiohead, que fez algo além da caixa. Bastante tempo atrás, da época que eu lia Veja (perdoem-me e, em minha defesa, digo que foi BASTANTE tempo atrás) alguma dessas duplas sertanejas que queria vender algo como um compacto (não sei se é exatamente esse o nome que davam) com 3 ou 4 músicas, que supostamente daria menor custo. Não lembro direito (eu não disse que faz muito tempo?!), mas não me parece uma idéia muito boa. Então vamos à primeira questão:
1 - Y U SO CARO?
Um CD virgem ali na esquina custa 1 real. Para ele estar valendo 30 reais na loja, temos ai uma valorização tremenda. Suponhamos que cada música seja 1 dólar no iTunes (novamente, eu não entendendo nada de apple-coisas, então, estou me baseando em coisas que podem ser irreais que ouvi nas filas de almoço da vida), 14 músicas * 1,70 reais = 24 reais. Tá, aí estaria perto dos 30 reais na loja... O que nos leva à segunda questão:
2 - Por que pagar se eu SEI que está disponível de graça?
Ninguém gosta de gastar dinheiro à toa. Bom, eu pelo menos não gosto. Gosto muito de música, até já comprei CDs, mesmo depois da banda larga (antes, realmente valia a pena comprar), sempre com a esperança de que viesse algo foda no encarte do CD. Uma das minhas maiores decepções foi abrir o Surfing With the Alien, do Joe Satriani, com sua capa foda psicodelica e só ter um papelzinho dizendo os componentes da equipe.
Já com o Black Ice, excelente do Ac/Dc (que eu comprei porque não tinha um cabo pra levar do PC pro computador e queria ouvir altão no Microsystem), tive um belo brinde.
O que eu idealizava era vir com pôster, informações técnicas (dessas que a gente só descobre baixando na net vendo o DVD de documentário da banda) e curiosidades. Ainda que eu possa ver na internet essa bobeira toda, acho que uma informação mais direcionada, anexada ao disco, seja um chamariz. Eu tenho alguns CDs da Legião e acho que são a coisa mais próxima do que eu queria ver, letra das músicas, algumas ilustrações e informações técnicas na última página. Sim, eu tenho o Terra Letras pra ver a música, mas aí, o CD sequer vem com a letra? E publicar a letra, também é pirataria? E citar? Aonde vamos chegar!
Posto isso, é muito mais fácil e atrativo simplesmente baixar. Sem gasto calórico de ir até a loja. Sem ansiedade de a compra pela internet não chegar. Muito conveniente. E então a pessoa não compra o CD, mas vai nos shows, compra camisa oficial da turnê a preços inflacionários e ainda é um criminoso. Terceiro ponto:
3 - Por que não investir em produtos?
Tá aí algo que o Iron Maiden manja: Produtos oficiais. Desde a cerveja da dama de ferro aos próprios CDs, acho que muita gente enriquece os rapazes com compras da loja oficial. O esquema seria assim: os mp3 tão aí "de graça", o cara vira um fã incondicional, a ponto de fazer textos com botão de "ler mais" em facefights, defendendo o artista, e compra a camisa para mostrar o orgulho que tem de ser fã, tem o bonequinho que balança a cabeça pro cara atrás do carro encarar o Eddie no engarrafamento. Isso é legal. Infelizmente, ninguém pensa nesse nicho.
O mundo pós-SOPA deve ser chato. Mas não acredito que o compartilhamento irá parar. É uma tecnologia já dominada, as gravadoras não podem vigiar todas as casas para ver quem tá transformando o CD em mp3 e compartilhando por baixo dos panos. Sempre haverá aquele servidor perdido no meio do oceano em que as leis de Júpiter que são válidas, como os paraísos fiscais para o dinheiro, terão os paraísos musicais ou autorais, algo assim (musicais não seria legal, temos que cunhar um termo que inclua vídeos, seriados e porn). O próprio CD é algo ultrapassado (tirando os dementes que diferenciam o bitrate de 320 para o FLAC, mas pra eles, até o CD é cuspido, bons tempo são os do LP que é original, apesar do ruído da agulha, vai entender).
Haverá mais medo e já estamos mudando nossos hábitos para estarmos numa boa com a lei (sinceramente, ser preso no Brasil por download de mp3 seria uma piada pronta), apesar de que os mais caçados serão mesmo os sites que "permitem" os downloads, lembrando que, não só pelos preciosos downloads, a SOPA é uma porcaria também porque vai ter poder de bisbilhotar e censurar, e ofensas contra a liberdade tornam a porra séria, daí a revolta de Google, Wikipédia, etc.
Uma coisa que pode acontecer é que os downloads serão mais localizados. Deve diminuir essa tara por baixar milhões de CDs de bandas que nunca ouviu falar só porque uma música apareceu no rádio de uma cena secundária de um filme e você achou o.k. Isso pode ser ruim e bom. Bom na medida que vai poupar espaço no HD, brimks, você terá mais foco, não fomentará downloads que nem irá ouvir. Ruim que os gostos poderão voltar a ser restritos. Com os downloads, podemos conhecer muita coisa a fundo sem muito trabalho e ficar fã. Isso não afetaria bandas novas, que poderiam disponibilizar seus trabalhos em mp3 para todos. Talvez, o mundo pós-SOPA seja feito apenas de Parachutes, When Dream And Day Unite e Kill 'Em All. É, nada mau...
![]() |
| Vítima do seu download ilegal |
O que estão fazendo atualmente é desespero, desespero pode significar: preguiça de pensar ou falta de idéias. O primeiro seria um pecado gravíssimo, digno do desprezo que está já se formando na internet. O segundo, acho que não possa ser verdade, dado o grande número de pessoas pagas para pensar pelos diretores. Algumas idéias surgiram, é verdade. Além da VEVO, temos o exemplo do iTunes, com a idéia de acabar com o custo do material (CD, transporte) e repassar apenas o custo intelectual e de produção, mais o lucro. Supostamente, esta idéia justamente tornou o mp3 popular, não tirei isso de uma fonte confiável, me corrijam se estiver errado (vi num documentário sobre Steve Jobbs). Temos também o Radiohead, que fez algo além da caixa. Bastante tempo atrás, da época que eu lia Veja (perdoem-me e, em minha defesa, digo que foi BASTANTE tempo atrás) alguma dessas duplas sertanejas que queria vender algo como um compacto (não sei se é exatamente esse o nome que davam) com 3 ou 4 músicas, que supostamente daria menor custo. Não lembro direito (eu não disse que faz muito tempo?!), mas não me parece uma idéia muito boa. Então vamos à primeira questão:
1 - Y U SO CARO?
2 - Por que pagar se eu SEI que está disponível de graça?
Ninguém gosta de gastar dinheiro à toa. Bom, eu pelo menos não gosto. Gosto muito de música, até já comprei CDs, mesmo depois da banda larga (antes, realmente valia a pena comprar), sempre com a esperança de que viesse algo foda no encarte do CD. Uma das minhas maiores decepções foi abrir o Surfing With the Alien, do Joe Satriani, com sua capa foda psicodelica e só ter um papelzinho dizendo os componentes da equipe.
| FAIL... XORA |
| That's I'm talkin' 'bout |
Posto isso, é muito mais fácil e atrativo simplesmente baixar. Sem gasto calórico de ir até a loja. Sem ansiedade de a compra pela internet não chegar. Muito conveniente. E então a pessoa não compra o CD, mas vai nos shows, compra camisa oficial da turnê a preços inflacionários e ainda é um criminoso. Terceiro ponto:
3 - Por que não investir em produtos?
Tá aí algo que o Iron Maiden manja: Produtos oficiais. Desde a cerveja da dama de ferro aos próprios CDs, acho que muita gente enriquece os rapazes com compras da loja oficial. O esquema seria assim: os mp3 tão aí "de graça", o cara vira um fã incondicional, a ponto de fazer textos com botão de "ler mais" em facefights, defendendo o artista, e compra a camisa para mostrar o orgulho que tem de ser fã, tem o bonequinho que balança a cabeça pro cara atrás do carro encarar o Eddie no engarrafamento. Isso é legal. Infelizmente, ninguém pensa nesse nicho.
O mundo pós-SOPA deve ser chato. Mas não acredito que o compartilhamento irá parar. É uma tecnologia já dominada, as gravadoras não podem vigiar todas as casas para ver quem tá transformando o CD em mp3 e compartilhando por baixo dos panos. Sempre haverá aquele servidor perdido no meio do oceano em que as leis de Júpiter que são válidas, como os paraísos fiscais para o dinheiro, terão os paraísos musicais ou autorais, algo assim (musicais não seria legal, temos que cunhar um termo que inclua vídeos, seriados e porn). O próprio CD é algo ultrapassado (tirando os dementes que diferenciam o bitrate de 320 para o FLAC, mas pra eles, até o CD é cuspido, bons tempo são os do LP que é original, apesar do ruído da agulha, vai entender).
![]() |
| Uma idéia de SPAM. Todos vão clicar no VIROS (Calma, seu guarda, é BRIMKS, não me coloque em cana, sou honesto) |
Haverá mais medo e já estamos mudando nossos hábitos para estarmos numa boa com a lei (sinceramente, ser preso no Brasil por download de mp3 seria uma piada pronta), apesar de que os mais caçados serão mesmo os sites que "permitem" os downloads, lembrando que, não só pelos preciosos downloads, a SOPA é uma porcaria também porque vai ter poder de bisbilhotar e censurar, e ofensas contra a liberdade tornam a porra séria, daí a revolta de Google, Wikipédia, etc.
Uma coisa que pode acontecer é que os downloads serão mais localizados. Deve diminuir essa tara por baixar milhões de CDs de bandas que nunca ouviu falar só porque uma música apareceu no rádio de uma cena secundária de um filme e você achou o.k. Isso pode ser ruim e bom. Bom na medida que vai poupar espaço no HD, brimks, você terá mais foco, não fomentará downloads que nem irá ouvir. Ruim que os gostos poderão voltar a ser restritos. Com os downloads, podemos conhecer muita coisa a fundo sem muito trabalho e ficar fã. Isso não afetaria bandas novas, que poderiam disponibilizar seus trabalhos em mp3 para todos. Talvez, o mundo pós-SOPA seja feito apenas de Parachutes, When Dream And Day Unite e Kill 'Em All. É, nada mau...
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Gosto de tecnologia, de transporte, de Rock, de reclamar e de propagandas criativas (e outras coisas que posso ter falado em um post ou não)
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