15 de jul de 2010

Como surgem trending topics

Já venho refletindo em como surge um trending topic no twitter de um tempo. Desde a campanha "CALA BOCA GALVAO" pelo menos. Tenho algumas teorias, mas decidi dar uma pesquisada no Google (e, tal qual pesquisas sobre algum assunto da aula do Brafman, achei quase nada). A única coisa que achei foi esse site legal, http://boingboing.net/2009/05/16/graph-of-how-topics.html , que apresenta um gráfico com as principais fases de um Trending Topic. Como já era de se esperar, a partir de certo momento, as pessoas começam a falar sobre o fato do assunto estar nos trendings. Eu vi isso pelo menos duas vezes, uma quando aparecer "Fidel Castro" e as pessoas só postavam "Por que Fidel Castro está nos TT?" e com o Volkswagen Golf, onde a maioria reclamava do fato do Twitter está fazendo propagandas nos TT. Porém, apesar do Twitter ter recentemente introduzido seus tópicos patrocinados, neste caso creio que não tenha sido (não estava com o símbolo de Tópico Patrodinado), o que me levou a crer que talvez tenha sido um macete da VW, que nem os macetes pra subir na pesquisa do Google. A partir do momento em que se está no TT, as pessoas naturalmente reforçariam falando sobre o fato de estar lá. Minha curiosidade é saber como foi isso. Os tópicos patrocinados são uma idéia relativamente fail do Twitter: eles colocam o tópico no último trending com o símbolo de tópico patrocinado e esperam esse mesmo efeito de as pessoas verem e comentarem. Dá certo algumas vezes e o tópico vai subindo (eu vi dar certo no primeiro, o filme do Toy Story III), mas outras vezes, o tópico fica lá em último, e você vai ver o que é falado e quase não se fala... Mas é uma idéia apreciável de maneira que a Microsoft Twitter Google Inc. from hell consiga ganhar algum dinheirinho sem ter que usar propagandas abusivas que se mexem ou coisas do tipo. No mínimo, expõe o patrocinador, o que já é coisa pra caramba. Bom, imagino que pessoas desesperadas procurando por algum assunto pra fazer tese de doutorado ou curiosos relativamente desocupados ou pessoas realmente bacaninhas façam pesquisa em cima disso e em breve terei mais informações. É um tema promissor. O que provavelmente acontece, na minha opinião, é que um grupo de nerds frustrados por não serem populares na escola, mas quererem ser populares na sua faculdade de computeiros (os populares (aerg) das turmas de computação), a partir de um blog famoso, lançam um negocio. Como seu twitter/blog já é muito lido, fica fácil que pessoas retwittem e/ou falem do assunto. E daí pra frente é um abraço. Às vezes tenho umas idéias pra campanhas (mas elas devem ser muito nerds e idiotas) e, como eu não sou popular, não iriam pra frente. É claro que eu não lanço pois não sou um cara de me exibir num epic fail... Muito menos ser um dos pseudo-populares (eu estou fazendo a imagem mental o tempo todo de um cara da faculdade heheeh he sucks). Mas, por que ninguém nunca lançou uma campanha pelo Twitter em português? Foi uma das idéias que me veio. Afinal, os trendings do mundo são em grande parte brasileiros e o orkut já é em português. Não é à toa, a comunidade brasileira na internet é muito forte, talvez só os japoneses e os norte-americfanos-shit-fromhell tenham uma influência comparável. Porém, os japoneses usam caracteres esquisitos e ninguém entender porra nenhuma mesmo (eu disse MESMO, nem tentar adivinhar que aquele monte de traços seja a nova bailarina da Lady Gaga ou o novo hit do Justin Bibigay). E os norte-americans? Eles acham que tudo é Lady Gaga... Então, podemos trancendentar pro mundo político, o Brasil não tem o erspeito devido. Temos influência, nós mandamos nessa porra, nossas escolas ensinam teoria da evolução (Marina Silva disapproves) e somos PENTACAMPEÕES. O Brasil podia blefar mais em relações internacionais, mas nossos representantes lá fora preferem ser um bando de bundões em cima do mundo que assim ninguém descobre que eles tão envolvidos com falcatruas no país deles, onde eles não ficam em cima do muro (apesar de continuar bundões), ao contrário, defendem seus interesses pessoais com todas as forças (e propina). Enfim, vou parar por aqui, como diria o Angelo, minha acidez já está extrapolando a escala do pH (aquele colégio que não me deu emprego). Bai!

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Quem sou eu

Raphael Fernandes
Carioca, Brasileiro, Estudante de Robótica
Hiperativo, Imperativo
Gosto de tecnologia, de transporte, de Rock, de reclamar e de propagandas criativas (e outras coisas que posso ter falado em um post ou não)
Musicalmente falando, sou assim.

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